• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
sábado, 18 de julho de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Brasil

Escolas particulares reagem à nova lei das férias de 2027 e estudam ir à Justiça, veja detalhes

Por Junior Melo
10/jul/2026
Em Brasil, Educação
Sala de aula na Escola Tarsila do Amaral, em São Paulo. Imagem ilustrativa. — Foto: Luiza Tenente/g1

Sala de aula na Escola Tarsila do Amaral, em São Paulo. Imagem ilustrativa. — Foto: Luiza Tenente/g1

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A alteração no calendário escolar de 2027, prevista na Lei Geral da Copa do Mundo de Futebol Feminino, tem gerado preocupação entre gestores da educação e entidades representativas do setor. A legislação determina que o período de férias escolares coincida com a realização do torneio, que será disputado no Brasil entre os dias 24 de junho e 25 de julho de 2027.

A competição terá partidas em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Representantes da área educacional avaliam que a medida pode comprometer o cumprimento do calendário letivo previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que estabelece um mínimo de 200 dias de aula por ano.

Leia Também

Lei que torna educação política obrigatória em todas as escolas do país foi sancionada

Flávio Bolsonaro promete subir a rampa do Planalto com anistiados do 8 de Janeiro e volta a atacar Moraes

Após reação do mercado e pressão empresarial, governo Lula abandona discurso de retaliação contra os EUA

Em nota, a presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), Amábile Pacios, afirmou que a legislação não pode impor mudanças no calendário das instituições privadas de ensino.

“Os estados podem fazer a gestão do calendário das escolas públicas de sua rede, mas isso não significa impor o calendário às instituições privadas de ensino”, declarou.

Segundo a dirigente, a norma também deve respeitar a autonomia administrativa e pedagógica das escolas particulares, além das regras já existentes sobre carga horária obrigatória.

Amábile afirmou ainda que a entidade acompanha a tramitação do tema e não descarta recorrer à Justiça caso entenda que haja violação da autonomia das instituições.

“Estamos acompanhando o tema de perto. Caso haja qualquer medida que represente violação à livre iniciativa ou à autonomia das escolas particulares, a FENEP adotará as providências necessárias, inclusive no âmbito judicial, se for o caso”, afirmou.

MEC aguarda parecer do Conselho Nacional de Educação

Procurado pela reportagem, o Ministério da Educação (MEC) informou que a questão está em análise pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Após a conclusão dos estudos, o órgão deverá emitir um parecer que será encaminhado para homologação pelo ministério.

Escolas ainda aguardam orientações

Enquanto isso, instituições de ensino afirmam que ainda não sabem como organizar o calendário letivo de 2027. É o caso do Colégio SIGMA, no Distrito Federal, estado que receberá partidas da Copa do Mundo Feminina.

O diretor-geral da escola, Gabriel Carvalho, disse que a publicação da lei causou surpresa e que aguarda orientações mais detalhadas do Conselho Nacional de Educação e das secretarias estaduais.

“Embora exista a lei federal, a organização da educação básica é uma atribuição que passa, em grande medida, pelos sistemas estaduais de ensino. Então, acreditamos que ainda serão necessários alguns esclarecimentos sobre a forma de implementação dessa medida”, afirmou.

Segundo ele, a adequação do calendário representa um grande desafio. Uma das possibilidades é que o ano letivo seja estendido até o fim de dezembro para garantir o cumprimento da carga horária obrigatória.

“O impacto vai muito além da rotina interna da escola e altera a organização das escolas, das famílias e dos alunos. Professores, colaboradores, estudantes e famílias vão precisar reorganizar férias, viagens, compromissos pessoais e até contratos temporários que os colégios possam ter com determinados funcionários”, destacou.

Na avaliação do diretor, a mudança também poderá provocar reflexos nos calendários escolares dos anos seguintes. Para ele, é importante que seja encontrada uma solução que permita a realização da Copa do Mundo Feminina sem comprometer a organização do ensino e o cumprimento da legislação educacional.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Decisão de Milei pode reduzir preço de carros fabricados na Argentina e vendidos no Brasil; entenda o impacto.

PRÓXIMO

Descubra qual é o treino é mais eficiente para ganhar massa magra

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se