O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), voltou a subir nesta terça-feira (20) e se aproximou de sua máxima histórica, a cinco dias do segundo turno das eleições presidenciais. Às 15h, o indicador atingiu 208.122 pontos, ficando próximo do recorde de 209.066 pontos, registrado em 9 de outubro de 2026.
Entre os fatores apontados para a valorização estão a alta do petróleo, impulsionada pelo agravamento de conflitos internacionais, e a divulgação de pesquisas eleitorais sobre a disputa pela Presidência da República.
Levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Os dois aparecem em empate técnico, considerando o limite da margem de erro da pesquisa.
O desempenho da Bolsa também ocorre em meio à movimentação do mercado financeiro após o primeiro turno das eleições. Em 5 de outubro, o Ibovespa chegou aos 206.911 pontos. Já na segunda-feira (19), o índice encerrou o pregão aos 205.079,25 pontos.
A aproximação da máxima histórica ocorre em um cenário de expectativa em relação ao resultado da disputa presidencial e de atenção dos investidores aos fatores internacionais que influenciam os preços das commodities, como o petróleo. O comportamento do mercado, no entanto, também depende de outras variáveis econômicas e financeiras, e não pode ser atribuído exclusivamente ao cenário eleitoral.
