O Partido Liberal (PL) elegeu o maior número de governadores nas eleições de 2026, segundo levantamento divulgado pelo portal Pleno.News. A legenda conquistou seis governos estaduais, seguida pelo Partido Social Democrático (PSD), com cinco eleitos. O resultado considera as disputas estaduais realizadas em 4 de outubro e as definições posteriores.
De acordo com o levantamento, o PL será representado por Arthur Henrique, em Roraima; Douglas Ruas, no Rio de Janeiro; Jorginho Mello, em Santa Catarina; Luciano Zucco, no Rio Grande do Sul; Marcos Rogério, em Rondônia; e Sergio Moro, no Paraná.
No Rio de Janeiro, Douglas Ruas teve a eleição confirmada após a retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Inicialmente, ele havia registrado 49,27% dos votos válidos, percentual que levaria a disputa para o segundo turno contra Eduardo Paes (PSD), que obteve 42,76%.
Após a anulação dos votos atribuídos ao candidato Anthony Garotinho (Republicanos), o TRE-RJ recalculou os percentuais. Com a mudança, Ruas passou a contabilizar 50,88% dos votos válidos, enquanto Paes ficou com 44,16%, conforme os números apresentados no levantamento.
Na segunda posição do ranking partidário aparece o PSD, com cinco governos estaduais: Amapá, Amazonas, Maranhão, Pernambuco e Sergipe.
O Progressistas (PP), o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Republicanos aparecem na sequência, com quatro governadores eleitos cada. O PP conquistou os governos do Acre, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Paraíba. O PT venceu na Bahia, no Ceará, no Piauí e no Rio Grande do Norte. Já o Republicanos elegeu governadores no Espírito Santo, em Minas Gerais, no Mato Grosso e em São Paulo.
O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) conquistou dois governos estaduais, em Alagoas e no Tocantins. O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) elegeu o governador de Goiás, enquanto o Podemos ficou com o governo do Pará.
A distribuição mostra o PL na liderança numérica entre as legendas, seguido pelo PSD. O cenário partidário estadual, no entanto, deve ser interpretado considerando a confirmação oficial dos resultados pela Justiça Eleitoral e eventuais mudanças decorrentes de decisões judiciais.
Importante: os nomes, os resultados e a distribuição de governos estaduais apresentados no texto precisam ser conferidos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aos tribunais regionais eleitorais antes da publicação.
