• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
sábado, 26 de setembro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Eleições

Plantão TBN: Defesa de Flávio Bolsonaro leva repost de servidor da Secom à Justiça e pede prisão preventiva

Por Junior Melo
26/set/2026
Em Eleições
Foto: Vittor Sales/ Divulgação

Foto: Vittor Sales/ Divulgação

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A defesa de Flávio Bolsonaro apresentou neste sábado (26) uma queixa-crime contra George Marques da Silva e Silva, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). A petição foi encaminhada ao plantão da Justiça Eleitoral e pede a adoção de medidas cautelares contra o servidor.

Entre os pedidos apresentados pelos advogados Tracy Reinaldet, Matteus Macedo e Leonardo Castegnaro estão a prisão preventiva de Marques, busca e apreensão e a preservação de conteúdos publicados em seu perfil no X, inclusive aqueles que tenham sido posteriormente apagados.

George Marques ocupa oficialmente o cargo de coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secom.

Leia Também

Jorge Messias critica remoção de posts e diz que Justiça não pode virar extensão da disputa eleitoral

TSE rejeita pedidos de dois grupos internacionais para acompanhar eleições de 2026

Allyson dispara na Quaest/Inter TV, sobe 14 pontos e chega a 39% na disputa pelo Governo do RN

Repost envolve boato sobre Nossa Senhora Aparecida

A queixa-crime tem como um dos principais elementos uma publicação compartilhada por Marques no X que fazia referência a uma informação falsa envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida.

O boato afirmava que o candidato do PL apoiaria uma proposta para retirar da santa o título de padroeira do Brasil. A informação foi negada por Flávio e, segundo decisões divulgadas sobre o caso, o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de publicações que atribuíssem ao senador ou a familiares dele essa intenção.

A mensagem compartilhada por Marques orientava os usuários a continuar divulgando a informação e a ignorar as retratações que já estavam sendo publicadas.

Após a repercussão, o conteúdo foi apagado. Reportagens sobre o episódio registraram que Marques afirmou que o compartilhamento teria ocorrido por engano e que não concordava com o teor da publicação.

Defesa aponta possíveis crimes eleitorais

Na petição apresentada à Justiça, os advogados de Flávio Bolsonaro sustentam que o compartilhamento teria contribuído para a continuidade da circulação da informação falsa durante o período eleitoral.

A defesa afirma que a conduta pode, em sua avaliação, ser enquadrada em três tipos penais: divulgação de fatos sabidamente inverídicos durante a campanha eleitoral, incitação ao crime e associação criminosa.

Essas são alegações apresentadas pela defesa e deverão ser analisadas pela Justiça Eleitoral. O pedido de prisão preventiva também depende de decisão judicial.

Pedido inclui busca e preservação de conteúdo

Além da prisão preventiva, a queixa-crime solicita medidas cautelares consideradas urgentes pelos advogados, entre elas busca e apreensão e a preservação de dados relacionados ao perfil de George Marques no X.

A defesa quer que sejam preservadas inclusive publicações que já tenham sido excluídas, com o objetivo de evitar a perda de possíveis elementos de prova.

O episódio ocorre em meio à disputa eleitoral de 2026 e à circulação de diferentes versões sobre a relação de Flávio Bolsonaro com a legislação referente a Nossa Senhora Aparecida.

A Secom mantém George Marques como coordenador-geral de Estratégia e Informação em sua estrutura oficial.

Agora, caberá à Justiça Eleitoral analisar os pedidos apresentados pela defesa e decidir se haverá aplicação das medidas cautelares solicitadas.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Discord continua sem lives no Brasil após ANPD rejeitar recurso da plataforma

PRÓXIMO

Colômbia manda aos EUA líder de dissidência das Farc acusado de tráfico internacional; Veja vídeo

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se