Segundo Janones, a força de Flávio nas redes sociais poderá alterar o cenário da disputa nas próximas semanas. O deputado pediu que seus seguidores guardassem a publicação para conferir posteriormente a previsão de que o candidato do PL deve crescer e superar Lula.
“Nem os analistas, nem os comentaristas, nem a esquerda e, pasmem, nem os bolsonaristas têm a exata noção do que está por vir. Quem domina as redes domina a vida política, e isso será provado nessas eleições!”, afirmou.
Na avaliação de Janones, a comunicação terá papel decisivo na eleição presidencial. Para ele, uma campanha não é construída apenas com base em argumentos racionais, mas também pela capacidade de provocar identificação e emoção no eleitor.
Críticas à estratégia do PT
Janones também voltou a criticar a estratégia de comunicação adotada pela esquerda. O deputado afirmou que parte das ações utilizadas pelo grupo político estaria ultrapassada e não acompanharia a dinâmica das redes sociais.
Segundo ele, a estratégia atual ainda estaria baseada em métodos considerados antigos, que não seriam suficientes para disputar a atenção dos eleitores no ambiente digital.
O parlamentar disse que suas críticas têm como objetivo provocar uma reação dentro do campo político de esquerda e evitar que integrantes da campanha de Lula tratem a eleição como uma disputa já vencida.
“A campanha não é construída na razão”, afirmou Janones ao defender uma comunicação mais próxima do eleitor e capaz de gerar envolvimento emocional.
Para o deputado, a percepção de que Lula já teria vantagem consolidada poderia fazer com que aliados do presidente deixassem de reconhecer os riscos existentes na disputa.
Janones já havia criticado comunicação petista
As críticas de Janones à comunicação do PT não são recentes. O deputado já havia questionado publicamente algumas estratégias utilizadas pelo governo e pela campanha petista, inclusive depois de atuar como cabo eleitoral de Lula.
Em outras ocasiões, o parlamentar criticou publicações institucionais e também fez observações sobre a atuação do então secretário de Comunicação, Paulo Pimenta.
Entre as sugestões apresentadas por Janones estava o uso da primeira pessoa nas publicações, como forma de criar uma comunicação mais direta e uma sensação maior de proximidade entre o político e o eleitor.
Ele também defendeu que conteúdos publicados em uma rede social não direcionassem o usuário para outra plataforma por meio de links. Na avaliação do deputado, os algoritmos das redes podem reduzir o alcance de conteúdos que levam o público para fora da plataforma.
Outra recomendação foi utilizar uma linguagem mais simples, evitando termos que possam dificultar a compreensão das mensagens por parte da população.
Redes sociais ganham importância na eleição
A avaliação de Janones ocorre em um cenário em que as redes sociais ocupam espaço cada vez maior na comunicação das campanhas eleitorais.
Além de servirem para divulgação de propostas e agendas, as plataformas digitais são utilizadas para mobilização de apoiadores, divulgação de vídeos curtos, formação de narrativas políticas e reação rápida aos acontecimentos da campanha.
Para Janones, esse ambiente pode ser decisivo para a mudança de percepção do eleitorado ao longo dos próximos meses. Ele aposta que uma eventual vantagem de Flávio Bolsonaro poderá ser construída justamente a partir do crescimento de sua presença e influência nas redes.
O deputado, porém, não apresentou uma pesquisa ou levantamento específico que comprove a previsão de ultrapassagem de Lula em setembro. A declaração representa uma avaliação política sobre os rumos da campanha e sobre o impacto que a comunicação digital poderá ter na disputa presidencial.
O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderá ultrapassar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas eleitorais em setembro. Em publicação nas redes sociais nesta sexta-feira (14/8), o parlamentar provocou aqueles que consideram que a eleição presidencial de 2026 já estaria definida a favor do petista.
Segundo Janones, a força de Flávio nas redes sociais poderá alterar o cenário da disputa nas próximas semanas. O deputado pediu que seus seguidores guardassem a publicação para conferir posteriormente a previsão de que o candidato do PL deve crescer e superar Lula.
“Nem os analistas, nem os comentaristas, nem a esquerda e, pasmem, nem os bolsonaristas têm a exata noção do que está por vir. Quem domina as redes domina a vida política, e isso será provado nessas eleições!”, afirmou.
Na avaliação de Janones, a comunicação terá papel decisivo na eleição presidencial. Para ele, uma campanha não é construída apenas com base em argumentos racionais, mas também pela capacidade de provocar identificação e emoção no eleitor.
Críticas à estratégia do PT
Janones também voltou a criticar a estratégia de comunicação adotada pela esquerda. O deputado afirmou que parte das ações utilizadas pelo grupo político estaria ultrapassada e não acompanharia a dinâmica das redes sociais.
Segundo ele, a estratégia atual ainda estaria baseada em métodos considerados antigos, que não seriam suficientes para disputar a atenção dos eleitores no ambiente digital.
O parlamentar disse que suas críticas têm como objetivo provocar uma reação dentro do campo político de esquerda e evitar que integrantes da campanha de Lula tratem a eleição como uma disputa já vencida.
“A campanha não é construída na razão”, afirmou Janones ao defender uma comunicação mais próxima do eleitor e capaz de gerar envolvimento emocional.
Para o deputado, a percepção de que Lula já teria vantagem consolidada poderia fazer com que aliados do presidente deixassem de reconhecer os riscos existentes na disputa.
Janones já havia criticado comunicação petista
As críticas de Janones à comunicação do PT não são recentes. O deputado já havia questionado publicamente algumas estratégias utilizadas pelo governo e pela campanha petista, inclusive depois de atuar como cabo eleitoral de Lula.
Em outras ocasiões, o parlamentar criticou publicações institucionais e também fez observações sobre a atuação do então secretário de Comunicação, Paulo Pimenta.
Entre as sugestões apresentadas por Janones estava o uso da primeira pessoa nas publicações, como forma de criar uma comunicação mais direta e uma sensação maior de proximidade entre o político e o eleitor.
Ele também defendeu que conteúdos publicados em uma rede social não direcionassem o usuário para outra plataforma por meio de links. Na avaliação do deputado, os algoritmos das redes podem reduzir o alcance de conteúdos que levam o público para fora da plataforma.
Outra recomendação foi utilizar uma linguagem mais simples, evitando termos que possam dificultar a compreensão das mensagens por parte da população.
Redes sociais ganham importância na eleição
A avaliação de Janones ocorre em um cenário em que as redes sociais ocupam espaço cada vez maior na comunicação das campanhas eleitorais.
Além de servirem para divulgação de propostas e agendas, as plataformas digitais são utilizadas para mobilização de apoiadores, divulgação de vídeos curtos, formação de narrativas políticas e reação rápida aos acontecimentos da campanha.
Para Janones, esse ambiente pode ser decisivo para a mudança de percepção do eleitorado ao longo dos próximos meses. Ele aposta que uma eventual vantagem de Flávio Bolsonaro poderá ser construída justamente a partir do crescimento de sua presença e influência nas redes.
O deputado, porém, não apresentou uma pesquisa ou levantamento específico que comprove a previsão de ultrapassagem de Lula em setembro. A declaração representa uma avaliação política sobre os rumos da campanha e sobre o impacto que a comunicação digital poderá ter na disputa presidencial.
