Em um governo com 38 ministérios, apenas 8 são comandados por mulheres atualmente.
No STF, a diferença também chama atenção: entre as indicações feitas por Lula ao Supremo desde sua primeira eleição, apenas uma foi mulher: Cármen Lúcia, indicada em 2006.
Ou seja: o discurso de valorização das mulheres é forte, mas a representatividade nas principais estruturas do governo e nas indicações ao STF é bem mais limitada.