• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Mundo

Após mais de 70 anos, Destroços de avião desaparecido da Pan Am são encontrados; VEJA

Por Junior Melo
22/jul/2026
Em Mundo
O Pan Am Clipper Endeavor, um Douglas DC-4, antes de sua viagem final, em 1952. Os destroços foram localizados na costa de Porto Rico. Crédito: Pan Am Historical Foundation/John Johnson Collection

O Pan Am Clipper Endeavor, um Douglas DC-4, antes de sua viagem final, em 1952. Os destroços foram localizados na costa de Porto Rico. Crédito: Pan Am Historical Foundation/John Johnson Collection

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Quase 75 anos após desaparecer nas águas do Oceano Atlântico, os destroços do voo 526A da Pan American World Airways foram localizados por uma equipe de exploradores em uma operação realizada no início de junho.

A aeronave, um Douglas DC-4 conhecido como Clipper Endeavor, caiu no mar em 11 de abril de 1952, poucos minutos após decolar de San Juan, em Porto Rico, com destino a Nova York. Dos 69 ocupantes, 52 morreram no acidente, que se tornou um marco para mudanças nos procedimentos de segurança da aviação comercial.

Segundo os investigadores da época, o voo durou menos de nove minutos. Durante a subida, dois dos quatro motores do lado direito perderam potência em sequência, obrigando o comandante John C. Burn a tentar retornar ao aeroporto de origem. Sem conseguir manter altitude, a tripulação despejou combustível e realizou uma amaragem de emergência no oceano.

Leia Também

Fundo do poço: Exportações brasileiras aos EUA despencam e chegam ao menor patamar já registrado

Messi deixa de seguir presidente da FIFA após Mundial

EUA avançam no caso Maduro e propõem julgamento para junho de 2027

Embora todos os ocupantes tenham sobrevivido ao impacto inicial, a situação se agravou rapidamente. A cauda da aeronave se desprendeu, a fuselagem afundou e dezenas de passageiros morreram antes de serem resgatados.

Os destroços foram encontrados em 2 de junho, a cerca de 600 metros de profundidade e aproximadamente oito quilômetros da costa de Porto Rico. A descoberta foi possível graças ao uso de um veículo subaquático autônomo equipado com sonar de alta precisão e câmeras capazes de operar em grandes profundidades.

Entre as imagens registradas, a equipe identificou o logotipo da Pan American World Airways, com as letras “PAA” ainda visíveis sobre o tradicional globo azul da companhia. Também foi possível localizar parte da inscrição “Endeavor”, nome da aeronave, parcialmente coberta por sedimentos acumulados ao longo das décadas.

“Quando as primeiras imagens chegaram, foi um choque”, afirmou Josh Gates, apresentador do programa Expedition Unknown, do Discovery Channel, que participou da expedição. “Fiquei sem ar, porque era muito mais do que eu imaginava que veríamos. O avião está incrivelmente preservado, e ver aquele alumínio — que não corrói — brilhando no fundo do mar foi impressionante.”

Gates destacou ainda que o acidente teve impacto significativo na evolução da segurança aérea.

“Foi um acidente que mudou profundamente a aviação como a conhecemos hoje”, disse.

A descoberta também emocionou familiares das vítimas. Diana Lachatanere, de 80 anos, contou que tinha apenas cinco anos quando perdeu o pai, Romulo Lachatanere, farmacêutico hospitalar e fotógrafo, que estava entre os passageiros do voo.

“Ainda mexe comigo”, afirmou.

Ela revelou que desconhecia a existência das buscas pelos destroços e lamentou que o corpo do pai jamais tenha sido localizado.

“Não existe corpo”, disse. “Isso me entristece, porque me faz pensar nele.”

A busca pelo Clipper Endeavor foi liderada por Russ Matthews, presidente e cofundador da organização Air/Sea Heritage Foundation, que dedicou os últimos sete anos ao projeto.

Segundo Matthews, as operações enfrentaram diversos obstáculos, entre eles a profundidade do local, as condições climáticas e os atrasos provocados pela pandemia de covid-19.

“Tivemos que esperar alguns anos até conseguir a nossa chance”, afirmou.

A oportunidade surgiu quando o navio de pesquisa Fugro Brasilis passou pela região onde se acreditava que o avião havia afundado. A embarcação transportava o veículo subaquático autônomo Miss Millie, avaliado entre US$ 10 milhões e US$ 12 milhões e capaz de operar em profundidades de até seis mil metros.

Durante a missão, o equipamento percorreu cerca de 30 trajetos sobre uma área de aproximadamente 26 quilômetros quadrados, registrando mais de 350 mil imagens.

Em uma das passagens, a equipe encontrou um naufrágio ainda desconhecido, mas manteve o foco na busca pela aeronave.

“Chegamos a passar por cima de um naufrágio que ninguém sabia que existia. E pensamos: interessante, mas estamos procurando um avião, então vamos seguir”, contou Matthews.

Na 13ª passagem, os pesquisadores identificaram o que parecia ser a cauda da aeronave. Pouco depois, localizaram a fuselagem, o trem de pouso e as janelas da cabine principal.

“É uma forma de ligar o presente ao passado”, disse Matthews. “É o mais perto que eu vou chegar de viajar no tempo.”

Assim que a descoberta foi confirmada, a equipe entrou em contato com Tony Romeo, CEO da Eco Minerals, empresa que participou da expedição.

“Fiquei muito emocionado”, afirmou Romeo. “Meu pai era piloto da Pan Am.”

Os pesquisadores informaram que os destroços permanecerão intactos no fundo do mar. Não há previsão de retirada da aeronave nem de possíveis restos mortais. Segundo a equipe, 39 vítimas do acidente nunca tiveram seus corpos encontrados.

“Aquilo provavelmente é o único marco que essas famílias terão”, concluiu Matthews.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Expulso, reintegrado e agora investigado: a trajetória do sargento suspeito de matar capitã da PM

PRÓXIMO

Projeto avança na Câmara e pode obrigar multas de trânsito a trazer foto da infração; entenda

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se