Você já sentiu que, em algum momento, deixou de saber o que realmente quer, porque sempre vem primeiro o que os outros precisam? Esse padrão tem nome na psicologia: apagamento emocional, e costuma surgir do medo de rejeição e da crença de que cuidar de si é egoísmo.
Por que tantas mulheres aprendem a se colocar em segundo plano?
Desde cedo, muitas mulheres recebem mensagens que valorizam a dedicação aos outros, a gentileza constante e a capacidade de evitar conflitos. Embora essas características possam ser positivas, elas se tornam prejudiciais quando exigem o abandono das próprias necessidades.
O que diz a Dra. Andrea Vermont sobre o apagamento emocional?
A Dra. Andrea Vermont explica que muitas mulheres desenvolvem o hábito de priorizar o bem-estar de familiares, parceiros, amigos e colegas de trabalho enquanto ignoram seus próprios sentimentos. Esse processo costuma acontecer de forma silenciosa, até que surgem sinais de exaustão emocional, frustração e perda de propósito.
Veja a seguir um vídeo do YouTube da Dra. Andréa Vermont, onde ela aborda o fenômeno comum em que muitas mulheres sentem que estão se “apagando” ou perdendo a própria identidade ao longo da vida adulta:
Quais sinais indicam que uma mulher está se apagando?
O apagamento emocional pode ser identificado por comportamentos que parecem normais à primeira vista, mas que revelam uma desconexão crescente consigo mesma.
Listamos abaixo as diversas tabelas que reúnem informações sobre diferentes temáticas, variando desde orientações práticas e cuidados específicos até reflexões sobre comportamentos e fatores que influenciam o dia a dia:
Como a autoestima influencia esse comportamento?
A autoestima desempenha um papel fundamental na forma como a mulher se posiciona diante do mundo. Quando o valor pessoal depende da aprovação externa, torna-se mais difícil defender necessidades, estabelecer limites e sustentar escolhas próprias.
Por outro lado, mulheres que cultivam autoconhecimento e autovalorização tendem a criar relacionamentos mais equilibrados. Elas compreendem que cuidar de si mesmas não significa abandonar os outros.