Uma das curiosidades que tem chamado a atenção nas primeiras partidas da Copa do Mundo de 2026 é a grande quantidade de jogadores usando chuteiras rosas. O visual apareceu em atletas de seleções como Brasil, Alemanha, Estados Unidos, México, Coreia do Sul e Marrocos.
Apesar da coincidência, não existe uma campanha conjunta entre as fabricantes. Empresas como Nike, Adidas, Puma e New Balance chegaram de forma independente à mesma conclusão: o rosa oferece excelente contraste com o gramado, tornando a chuteira mais visível durante as partidas.
Segundo estudos de design esportivo e marketing, cores vibrantes ajudam tanto os torcedores nos estádios quanto quem acompanha os jogos pela televisão a identificar os movimentos dos atletas com mais facilidade. Além disso, o rosa se destaca em imagens de alta definição e nas transmissões digitais.
Outro fator é a própria moda esportiva. Nos últimos anos, as fabricantes passaram a apostar em cores mais chamativas para diferenciar seus principais lançamentos, substituindo o tradicional preto por tons neon, dourado, laranja, verde-limão e, agora, rosa.
Assim, a presença maciça das chuteiras rosas na Copa não tem relação com nenhuma campanha específica ou regra da FIFA, mas sim com uma combinação de visibilidade, marketing e tendências de design esportivo.
