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Cresceu 2.000% a migração de brasileiros para essa cidade em busca de qualidade de vida nos últimos 82 anos

Por Maura Pereira
01/maio/2026
Em Geral
Cresceu 2.000% a migração de brasileiros para essa cidade em busca de qualidade de vida nos últimos 82 anos

Dourados mantém hábitos típicos do interior com pegada de capital. / Imagem ilustrativa

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De 14.985 habitantes em 1940 para 243.367 em 2022, Dourados cresceu quase 2.000% e se firmou como a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul. Impulsionada pela terra roxa que atraiu migrantes do Sul e Sudeste, hoje combina agronegócio moderno, qualidade de vida, universidades e o hábito regional de tomar tereré no fim da tarde.

Vale a pena viver na maior cidade do interior do estado?

Os indicadores mostram que sim. Dourados tem IDH de 0,747, o 3º maior do estado, sustentado por bons níveis de educação e renda. A estimativa do IBGE para 2025 aponta cerca de 264 mil habitantes, enquanto o PIB já ultrapassa R$ 7 bilhões, ocupando a terceira posição estadual, com destaque para o agronegócio, comércio e serviços.

A cidade também se destaca pelo ensino superior. Instituições como a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), a Unigran e o IFMS atraem estudantes de várias regiões do país. A UFGD, criada em 2005 a partir de um campus da UFMS ativo desde 1971, reforça esse polo educacional. Na saúde, estruturas como o Hospital da Vida e o Hospital Universitário da UFGD atendem moradores de dezenas de municípios, incluindo cidades da fronteira com o Paraguai, a cerca de 120 km de distância.

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A cidade modelo brasileira, próxima ao Paraguai, se tornou perfeita para viver graças ao agronegócio e à posição estratégica no Mercosul
Dourados pulsa com progresso: campos dourados, educação superior e oportunidades que motivam famílias a construírem futuro no coração do MS. // Créditos: YouTube @deladrone

Da ocupação inicial ao protagonismo no agronegócio

Muito antes da formação da cidade, a região já era habitada pelos povos Guarani, Kaiowá e Terena. Em 1861, o tenente Antônio João Ribeiro comandava uma colônia militar às margens do rio que mais tarde daria nome a Dourados. A criação oficial veio em 1935, após o desmembramento de Ponta Porã, mas o verdadeiro salto aconteceu em 1943, com a implantação da Colônia Agrícola Nacional de Dourados (CAND), dentro da política da Marcha para o Oeste, promovida por Getúlio Vargas. Com cerca de 409 mil hectares, o projeto atraiu migrantes de diversas regiões do país, além de imigrantes japoneses.

Nas décadas seguintes, produtores vindos do Sul trouxeram técnicas mais avançadas de cultivo, ampliando a área agrícola de 3.500 para 134 mil hectares. Esse crescimento consolidou Dourados como um dos principais polos agrícolas da região. Em um momento marcante, na década de 1960, a cidade chegou a ser a mais populosa do então estado de Mato Grosso, superando Campo Grande e Cuiabá.

O vídeo é do canal Cidades do Interior, que conta com mais de 370 mil inscritos, e apresenta a força do agronegócio, as opções de ensino superior e áreas de lazer como o Parque Antenor Martins:

Quais bairros escolher para viver?

O centro concentra comércio e serviços, enquanto bairros mais novos crescem com planejamento e áreas verdes.

  • Jardim dos Estados e Vila Progresso: bairros consolidados próximos ao centro, com comércio forte e fácil acesso à Avenida Marcelino Pires, principal corredor da cidade.
  • Parque Alvorada: residencial e arborizado, valorizado pela proximidade com a UFGD e o Hospital Universitário.
  • Jardim Água Boa: em expansão, com novos empreendimentos e acesso rápido à região oeste.
  • Centro: vida comercial intensa, Praça Antônio João ao lado da Catedral Imaculada Conceição, feiras e serviços a pé.
  • Região do Parque dos Ipês: entorno do principal parque urbano, com pista de caminhada, Teatro Municipal e biblioteca.

O custo de vida é competitivo em relação a Campo Grande. O mercado imobiliário acompanha o crescimento populacional, que registrou avanço de 7% na última estimativa do IBGE.

Tereré no parque e figueiras centenárias na avenida

Os parques são o coração da vida social. Ao fim da tarde, famílias se espalham pelos gramados com cuias de tereré e crianças nas quadras.

  • Parque dos Ipês: principal área verde, com pista de caminhada, teatro, biblioteca e feiras culturais às terças e sextas.
  • Parque Antenor Martins (Parque do Lago): lago com campeonatos de pesca, quadras esportivas e amplo gramado na região oeste.
  • Figueiras da Avenida Presidente Vargas: árvores centenárias tombadas como patrimônio histórico pelo Decreto Municipal nº 75/1985. Formam um túnel verde que virou símbolo da identidade urbana.
Cresceu 2.000% o número de brasileiros se mudando para essa cidade pela qualidade de vida nos últimos 82 anos
Dourados atende 1 milhão regional com UFGD, agroindústria, comércio forte e infraestrutura para estudantes e produtores do Mercosul. // Créditos: Wikipédia

Quando o clima favorece cada atividade na região?

O clima é tropical com estação seca, verões quentes e invernos amenos. A altitude de 430 m suaviza as temperaturas em relação ao restante do estado.

☀️ Verão
Dezembro a Fevereiro
22°C a 33°C
Temperatura
Calor intenso e umidade. Perfeito para aproveitar parques ao entardecer e as variadas feiras culturais que movimentam a noite douradense.
⛈️ Chuva Alta
🍂 Outono
Março a Maio
18°C a 28°C
Temperatura
Transição agradável. Estação clássica para tomar tereré na calçada com amigos e praticar cicloturismo pelas estradas rurais da região.
🌦️ Chuva Média
❄️ Inverno
Junho a Agosto
12°C a 25°C
Temperatura
Período seco e noites frescas. Momento ideal para explorar a rica gastronomia local e vivenciar o agito da vida universitária nas repúblicas e bares.
☀️ Chuva Baixa
🌸 Primavera
Setembro a Novembro
20°C a 32°C
Temperatura
A cidade se colore. Época de contemplar os ipês floridos que enfeitam as avenidas e realizar trilhas rurais nas fazendas de produção modelo.
🌦️ Chuva Média

Temperaturas aproximadas com base no Climatempo. Condições podem variar conforme frentes frias no inverno.

Como chegar ao principal polo do sul do estado

Dourados está a cerca de 198 km de Campo Grande, com acesso pela BR-163 em uma viagem de aproximadamente 3h30 de carro. A cidade também conta com o Aeroporto Municipal, que recebe voos regulares da capital. Pela BR-463, é possível seguir até Ponta Porã e a fronteira com o Paraguai, a cerca de 120 km. Já o terminal rodoviário conecta o município a destinos em São Paulo, Paraná e outras regiões de Mato Grosso do Sul.

Uma cidade que cresce sem perder a essência

Mesmo em expansão, Dourados mantém hábitos típicos do interior, onde o tereré ainda é compartilhado nas calçadas e o convívio entre vizinhos faz parte da rotina. As figueiras que acompanham as avenidas, os espaços da UFGD e os silos de soja no horizonte contam a história de um lugar que recebeu gente de diferentes regiões e transformou a terra roxa em desenvolvimento.

Caminhar pela Avenida Presidente Vargas, sob o túnel formado pelas árvores, é uma forma simples de entender por que tantos escolhem Dourados como lugar para viver.

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