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Traficante da alta cúpula do Comando Vermelho é preso em operação da Polícia Civil no Espírito Santo

Por Junior Melo
21/abr/2026
Em Policial
Traficante da alta cúpula do Comando Vermelho é preso em operação da Polícia Civil no Espírito Santo

Traficante Juninho do Mandela - Foto: Polícia Civil

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, no Espírito Santo, um traficante apontado como integrante da alta cúpula do Comando Vermelho, em uma ação que reforça o cerco contra lideranças do crime organizado.

Quem é Juninho do Mandela e por que ele era procurado?

Carlos Gomes de Carvalho Junior, conhecido como “Juninho do Mandela”, é apontado pelas investigações como uma das peças ligadas à estrutura do Comando Vermelho fora do Rio de Janeiro. Ele estava foragido e era alvo de mandados judiciais.

As autoridades afirmam que sua atuação ia além da simples ligação com o tráfico local. Mesmo distante, ele mantinha influência e articulação dentro da facção criminosa, segundo a Polícia Civil.

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Como ocorreu a prisão em Guarapari no Espírito Santo?

A prisão aconteceu na noite de segunda-feira (20/4), em Guarapari, após uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio da DEAC (Delegacia de Acervo Cartorário). O criminoso foi localizado na região de Meaípe, uma vila tradicional de pescadores.

No momento da abordagem, os agentes constataram que ele utilizava um documento falso, o que reforçou a suspeita e facilitou a identificação imediata do foragido. Para entender a dimensão da operação, os policiais cumpriram um mandado de recaptura já existente contra ele, encerrando um período de cerca de três meses de monitoramento.

Qual era a função dele dentro do Comando Vermelho?

Segundo as investigações, Juninho do Mandela ocupava posição estratégica dentro da facção, sendo considerado parte da chamada “alta cúpula”. Mesmo fora do Rio, ele continuava atuando de forma indireta.

A polícia aponta que ele ainda repassava ordens e orientações para integrantes do grupo criminoso, tentando manter sua influência mesmo enquanto estava foragido. Entre suas possíveis funções estavam ações de coordenação e articulação criminosa, o que o mantinha como alvo prioritário das forças de segurança:

  • Repassar ordens internas da facção
  • Manter comunicação com lideranças no Rio de Janeiro
  • Evitar captura enquanto preservava influência no tráfico
  • Usar documentos falsos para deslocamento e ocultação

Qual a ligação dele com ataques no Rio de Janeiro?

As investigações também apontam que Juninho do Mandela estaria envolvido em episódios de violência no Rio de Janeiro. Um dos casos citados é o ataque à 25ª DP (Engenho Novo), ocorrido em 2012.

Esse histórico o colocou no radar das autoridades como um dos criminosos com maior grau de periculosidade dentro da organização criminosa. A participação nesse tipo de ação reforçou o pedido de prisão e ampliou o acompanhamento por parte da polícia ao longo dos anos.

Como a inteligência policial conseguiu localizar o foragido?

O trabalho de inteligência da Polícia Civil foi essencial para localizar o criminoso. Ele vinha sendo monitorado há cerca de três meses, com cruzamento de informações e rastreamento de movimentações.

A operação foi conduzida de forma discreta até a confirmação do paradeiro em Meaípe, evitando qualquer tentativa de fuga ou reação. O monitoramento incluiu ações estratégicas como:

  • Levantamento de possíveis esconderijos no Espírito Santo
  • Análise de deslocamentos e contatos suspeitos
  • Cruzamento de dados com mandados em aberto
  • Vigilância contínua até a confirmação da identidade

O que muda com a prisão de uma liderança do Comando Vermelho?

A captura de um integrante apontado como parte da alta cúpula representa um impacto direto na estrutura de comando da facção, segundo investigadores.

A Polícia Civil avalia que a prisão pode enfraquecer a rede de comunicação entre lideranças foragidas e operadores do tráfico em diferentes estados. Apesar disso, autoridades reforçam que o combate ao Comando Vermelho continua, já que a organização mantém ramificações ativas em várias regiões do país.

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