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Início Justiça

Ex-chefe do BRB muda de advogado para avançar em delação e segue padrão de Vorcaro no caso Master

Por Junior Melo
23/abr/2026
Em Justiça
Segunda Turma do STF forma maioria e decide manter prisão de ex-presidente do BRB

Paulo Henrique Costa - Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

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Após ser preso por ordem do ministro do STF André Mendonça, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, decidiu mudar sua estratégia jurídica e buscar um acordo de delação premiada no escândalo envolvendo o Banco Master.

Por que o ex-presidente do BRB decidiu trocar sua defesa após a prisão?

A prisão de Paulo Henrique Costa, determinada pelo ministro do STF André Mendonça, marcou uma virada no rumo da investigação. Poucos dias depois, o ex-chefe do BRB optou por substituir sua equipe jurídica.

Segundo informações apuradas, o objetivo central da mudança é avançar em um possível acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. Nos bastidores, a avaliação é de que a nova estratégia busca ampliar as chances de redução de pena e reposicionamento dentro do caso. As informações são de O Globo.

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Quem passa a liderar a nova estratégia jurídica de Paulo Henrique Costa?

Com a saída do advogado Cléber Lopes, a defesa de Costa passa a ser conduzida pelo criminalista Eugênio Aragão, em conjunto com Davi Tangerino.

A mudança sinaliza uma tentativa de reforçar a atuação técnica e acelerar negociações com os órgãos de investigação. Entre os objetivos da nova equipe estão:

  • Estruturar uma delação premiada consistente
  • Reorganizar a narrativa de defesa
  • Evitar conflitos de interesse na representação jurídica
  • Aumentar a margem de negociação com a PF e a PGR

Qual foi o impacto do possível conflito de interesses na troca de advogados?

Um dos principais fatores que motivaram a mudança foi o fato de Cléber Lopes também defender o ex-governador do DF Ibaneis Rocha (MDB). Segundo fontes próximas ao caso, isso poderia gerar um conflito de interesse, já que Ibaneis é citado como possível alvo em uma eventual delação de Costa.

A avaliação interna foi de que manter a mesma defesa poderia comprometer a confidencialidade das estratégias. Além disso, os dois políticos estão ligados às investigações sobre:

  • Carteiras fraudulentas vendidas pelo Banco Master
  • Tentativa de compra do banco por instituição estatal de Brasília
  • Supostos esquemas de favorecimento financeiro

Como o movimento de Costa repete a estratégia de Vorcaro?

A troca de advogados de Paulo Henrique Costa não é um caso isolado. O banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, também adotou estratégia semelhante após sua prisão.

A ideia, em ambos os casos, é reorganizar a defesa para ganhar vantagem em eventuais acordos com autoridades federais. Antes de avançar na negociação, os dois lados passaram por mudanças jurídicas importantes:

  • Alteração de equipes de defesa
  • Busca por aproximação com a PF e a PGR
  • Estratégias voltadas à colaboração premiada
  • Reavaliação de riscos judiciais após decisões do STF

Quais são as acusações envolvendo imóveis de luxo e propinas?

Paulo Henrique Costa é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusado de receber vantagens indevidas para facilitar operações com o Banco Master.

Segundo a Polícia Federal, ele teria recebido imóveis de luxo como forma de propina. As investigações apontam um esquema envolvendo bens de alto padrão:

  • Seis imóveis atribuídos ao ex-presidente do BRB
  • Quatro localizados em São Paulo
  • Dois em Brasília
  • Valor total estimado em R$ 146 milhões

Parte dos valores teria sido parcialmente paga, somando cerca de R$ 74,6 milhões, segundo a PF.

Como funcionava o suposto esquema dentro do BRB segundo a investigação?

De acordo com o ministro André Mendonça, Costa atuava como um “verdadeiro mandatário” de Vorcaro dentro do BRB. Ele teria participado diretamente da seleção e validação dos imóveis ligados ao esquema investigado.

Um dos pontos mais sensíveis do caso é o fato de que Paulo Henrique Costa tinha uma dívida de R$ 1,9 milhão com o próprio BRB enquanto recebia imóveis de luxo. Essa coincidência levantou suspeitas de conflito direto de interesses dentro da instituição financeira.

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