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Início Animais

Eduardo Cunha afirma que “sem o impeachment de Dilma, Bolsonaro não teria sido presidente”

Por Junior Melo
14/abr/2026
Em Animais
Eduardo Cunha afirma que "sem o impeachment de Dilma, Bolsonaro não teria sido presidente"

Eduardo Cunha - Foto: © Wilson Dias/Agência Brasil

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Eduardo Cunha afirma que o impeachment de Dilma Rousseff foi decisivo para a ascensão de Jair Bolsonaro e para a reorganização da direita no Brasil. A declaração foi feita em entrevista ao jornal O Tempo, onde o ex-deputado comentou seu papel no cenário político recente.

O que Eduardo Cunha afirmou sobre o impeachment de Dilma Rousseff?

Em entrevista, Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, afirmou que o processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT), concluído em 2016, foi determinante para o rumo da política brasileira. Segundo ele, a queda da então presidente abriu espaço para mudanças profundas no sistema político.

Cunha destacou que, na sua visão, o episódio foi o ponto de virada que reorganizou o campo da oposição e permitiu o surgimento de novas lideranças nacionais.

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Como o ex-presidente da Câmara relaciona o impeachment à ascensão de Bolsonaro?

O ex-parlamentar afirmou que, sem o impeachment, Jair Bolsonaro não teria chegado à Presidência da República em 2018. Para ele, a crise política daquele período foi fundamental para o fortalecimento da direita.

Cunha também argumentou que outros nomes do espectro conservador não teriam alcançado a mesma projeção política caso o cenário institucional tivesse permanecido estável.

Como Eduardo Cunha avalia o processo de 2016?

Durante a entrevista, Cunha foi enfático ao afirmar que não se arrepende de sua atuação no processo que levou ao afastamento de Dilma Rousseff. Ele disse que voltaria a agir da mesma forma, se necessário.

Segundo o ex-deputado, sua decisão foi correta dentro do contexto político da época, reforçando que considera ter cumprido seu papel institucional.

Qual foi o impacto político do impeachment segundo a narrativa apresentada?

Cunha afirmou que o impeachment teve efeitos diretos na reorganização do poder no Brasil. Para ele, a saída de Dilma alterou a dinâmica entre governo e oposição, criando novas lideranças políticas.

Ele também ressaltou que o episódio teve reflexos eleitorais nos anos seguintes, culminando na eleição presidencial de 2018. Entre os principais pontos destacados por ele estão:

  • Redefinição do cenário político nacional
  • Fortalecimento da oposição ao PT
  • Ascensão de novas lideranças da direita
  • Mudança na configuração eleitoral de 2018

Como foi a sequência de eventos políticos citados por Cunha

O ex-presidente da Câmara relembrou a sequência que, segundo ele, levou às transformações políticas posteriores ao impeachment. Ele relaciona diretamente esses acontecimentos ao fortalecimento da direita no país.

Abaixo está uma síntese cronológica dos fatos mencionados no contexto da entrevista:

  • 2016: Impeachment de Dilma Rousseff
  • 2018: Eleição de Jair Bolsonaro à Presidência
  • 2022: Retorno de Lula ao Palácio do Planalto
  • Atualidade: Disputa de narrativas sobre o período político

O que a declaração revela sobre o cenário político atual no Brasil?

As falas de Cunha reforçam como o debate sobre o impeachment de 2016 ainda é central na política brasileira. O episódio segue sendo interpretado de formas distintas por diferentes atores políticos.

Hoje, o tema continua influenciando discursos e disputas eleitorais, especialmente entre PT, direita e grupos do centro político. Além disso, a entrevista evidencia como protagonistas daquele período ainda buscam consolidar suas versões sobre o impacto histórico das decisões tomadas na época.

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