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Início Saúde

Anvisa proíbe alimentos naturais e determina recolhimento de azeite popular das prateleiras

Por Guilherme Silva
07/abr/2026
Em Saúde
Anvisa proíbe alimentos naturais e determina recolhimento de azeite popular das prateleiras

Fiscalização interdita venda de óleos adulterados e itens sem licença sanitária oficial

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a interrupção imediata da venda de diversos produtos naturais e o recolhimento de um lote de azeite. A medida visa proteger o consumidor contra fraudes e falta de licença sanitária em 2026.

Por que a Anvisa proibiu os produtos da MZD?

A empresa MZD Comércio de Produtos de Saúde Ltda teve suas atividades suspensas por operar sem a licença sanitária necessária para fabricação. Além da irregularidade documental, a marca utilizava alegações de saúde não aprovadas pela Anvisa em seus anúncios.

A proibição abrange a fabricação, distribuição e consumo de itens populares no mercado de produtos naturais. O descumprimento das normas de vigilância em alimentos pode acarretar multas pesadas e processos administrativos para a companhia responsável.

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Anvisa alerta para fraude em azeite

Quais são os alimentos naturais irregulares da lista?

A lista divulgada pelo Diário Oficial da União inclui raízes, frutas secas e pós termogênicos que eram comercializados de forma indevida. A ausência de fiscalização na origem desses produtos impede a garantia de pureza e segurança alimentar para o público.

Os itens que devem ser evitados pelo consumidor são:

  • Gengibre em pó e Cacau em pó.
  • Tâmara jumbo e Uva-passa argentina.
  • Figo seco espanhol.
  • Camu-camu em pó.
  • Melado de cana-de-açúcar.

Qual o problema identificado no azeite da marca Royal?

O Ministério da Agricultura e Pecuária identificou fraude no lote 255001 do azeite de oliva extra virgem da marca Royal. Análises laboratoriais confirmaram que o produto continha uma mistura de outros óleos vegetais não declarados no rótulo.

Essa prática é considerada crime contra a economia popular e fraude alimentar, pois engana o comprador sobre a pureza do azeite. Mesmo após a ordem de recolhimento, o produto continuou sendo encontrado em prateleiras, o que motivou a ação rigorosa da T. Globo Importação e Exportação Ltda.

Quais são os riscos de consumir produtos sem licença?

Alimentos produzidos sem o aval da Anvisa podem conter contaminantes químicos ou biológicos perigosos. Sem a inspeção adequada, não há certeza sobre as condições de higiene durante o processamento e embalagem das mercadorias.

No caso das fraudes em óleos, o risco envolve reações alérgicas a ingredientes não listados e a ingestão de gorduras de baixa qualidade. A vigilância sanitária alerta que o consumo desses itens deve ser interrompido imediatamente para evitar danos à saúde individual e coletiva no Brasil.

Como o consumidor deve proceder com os itens proibidos?

Caso o cidadão possua em casa o lote 255001 da marca Royal ou produtos da MZD, a orientação é não consumir e entrar em contato com o local da compra. O estabelecimento comercial é obrigado a realizar a troca ou devolução do valor pago.

Manter a atenção às resoluções RE 1.159/2026 e RE 1.160/2026 ajuda a garantir escolhas seguras no supermercado. A consulta regular aos canais oficiais da vigilância é a melhor forma de se proteger contra mercadorias adulteradas que tentam burlar os padrões de qualidade exigidos por lei.

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