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Megaprojeto de ‘cimento vivo’ capaz de se regenerar pode transformar a engenharia civil usando bactérias misturadas para converter paredes em “baterias vivas”

Por Felipe Dantas
31/mar/2026
Em Geral
Megaprojeto de 'cimento vivo' capaz de se regenerar pode transformar a engenharia civil usando bactérias misturadas para converter paredes em "baterias vivas"

Projeto de cimento vivo para a construção civil

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Um novo avanço em bioengenharia de materiais está transformando o cimento em um sistema capaz de armazenar energia elétrica, criando as chamadas paredes-bateria com bactérias vivas integradas à estrutura.

O que é o cimento com bactérias e como ele funciona?

O chamado cimento vivo é um material híbrido que combina cimento tradicional com microrganismos eletroativos, formando uma estrutura capaz de armazenar e liberar energia. O conceito transforma paredes em parte ativa de sistemas elétricos.

Pesquisadores da University of Aarhus e da Chongqing Jiaotong University utilizaram a bactéria Shewanella oneidensis, que mantém sua atividade eletroquímica dentro da matriz sólida do cimento.

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Megaprojeto de 'cimento vivo' capaz de se regenerar pode transformar a engenharia civil usando bactérias misturadas para converter paredes em "baterias vivas"
Cimento – Créditos: depositphotos.com / Feverpitch

Como as bactérias são incorporadas ao cimento estrutural?

O processo começa com o cultivo controlado das bactérias em laboratório, garantindo sua atividade eletroquímica antes da mistura com o cimento. Em seguida, elas são preparadas para integração ao material.

As etapas incluem a diluição em água deionizada e a adição ao cimento Portland com sulfato de sódio, que atua como eletrólito, permitindo a condução de elétrons dentro da estrutura. Antes da mistura final, o cimento seco é homogeneizado e depois combinado à suspensão bacteriana, criando uma pasta uniforme que será moldada e curada. Veja detalhes dessa tecnologia no vídeo divulgado pelo canal ‘O Canal da Engenharia’, no YouTube:

Quanto energia o cimento vivo pode armazenar e gerar?

Segundo estudo publicado na revista Cell Reports Physical Science, o material alcança uma densidade energética de 178,7 Wh/kg, permitindo armazenamento e liberação de energia em ciclos repetidos.

Em termos práticos, essa capacidade pode alimentar cerca de 44 lâmpadas LED por uma hora, demonstrando o potencial do sistema como solução estrutural energética. Veja os detalhes do projeto:

Saiba quanto energia o cimento vivo pode armazenar e gerar

Quais são as vantagens e aplicações futuras do cimento vivo?

O maior diferencial do material é unir construção civil e armazenamento de energia, permitindo que edifícios funcionem como baterias integradas à infraestrutura urbana. Antes de avançar para aplicações reais, os pesquisadores destacam alguns potenciais usos futuros:

  • Edifícios autossuficientes energeticamente
  • Integração com energias renováveis urbanas
  • Armazenamento de energia em paredes e fundações
  • Redução da dependência de baterias convencionais

Quais são os desafios e o que ainda falta para uso real?

Apesar dos resultados promissores, o cimento vivo ainda é uma prova de conceito experimental, sem aplicação industrial em larga escala. Os testes foram realizados em ambiente controlado.

Mesmo com boa durabilidade, ainda existem desafios como escalabilidade, custo de produção e estabilidade biológica a longo prazo, que precisam ser resolvidos antes da adoção comercial. Ainda assim, o sistema demonstrou resistência a variações entre -15°C e 33°C e manteve até 85% da capacidade energética após 10 mil ciclos, indicando potencial real de evolução tecnológica.

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