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Início Justiça

Liquidação do Banco Master é reconhecida pela Justiça dos EUA e fortalece posição do BC

Por Junior Melo
09/jan/2026
Em Justiça
Caso Banco Master avança e fundos da Reag colocam carteiras sob sigilo durante apuração da PF

Banco Master - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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A decisão recente da Justiça dos Estados Unidos sobre o caso do Banco Master evidenciou o alcance internacional das medidas adotadas pelo Banco Central do Brasil em processos de liquidação extrajudicial. Ao reconhecer oficialmente a liquidação do Master decretada no país, o Judiciário americano criou um novo cenário jurídico para credores, investidores e para o próprio controlador da instituição, Daniel Vorcaro, com menos espaço para contestar a intervenção fora do território brasileiro e maior previsibilidade regulatória para o sistema financeiro.

Como a Justiça dos EUA reconheceu a liquidação do Banco Master?

Na Corte de Falências do Distrito Sul da Flórida, o juiz Scott Grossman reconheceu o processo de liquidação do Banco Master, instaurado no Brasil, como ‘foreign main proceeding’, nos termos do Capítulo 15 da legislação americana. Esse enquadramento faz com que o procedimento brasileiro seja tratado como o processo principal de insolvência, devendo os tribunais dos EUA cooperar e evitar decisões que contrariem o que está sendo conduzido pelo liquidante.

O pedido foi apresentado pela EFB Regimes Especiais de Empresas, designada pelo Banco Central como liquidante extrajudicial do Banco Master. Com a decisão, a EFB recebeu poderes amplos para administrar, preservar e apurar os ativos do Master em território americano, concentrando decisões sobre bens, contas e créditos do banco nos Estados Unidos e atuando como representante oficial do processo brasileiro no exterior.

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Quais os impactos da decisão para credores e ativos?

Um dos efeitos mais relevantes é a suspensão de ações judiciais e execuções isoladas contra o Banco Master nos Estados Unidos fora do controle do liquidante nomeado no Brasil. Credores que buscavam acessar diretamente ativos do banco em solo americano passam a se submeter, em grande medida, ao rito da liquidação extrajudicial coordenada pela EFB, o que reduz iniciativas paralelas e disputas fragmentadas.

Esse novo quadro atinge diretamente a estratégia de Daniel Vorcaro e de credores internacionais que tentavam questionar a legitimidade e o alcance global da intervenção do Banco Central. Com o Chapter 15 aplicado em favor da liquidação extrajudicial, o espaço para contestação nos EUA fica mais restrito, e as discussões sobre o futuro do Master tendem a se concentrar no processo brasileiro, sob supervisão da autoridade regulatória.

Como a decisão fortaleceu a posição do Banco Central?

O reconhecimento da liquidação do Banco Master pela Justiça americana tem peso simbólico e técnico para o Banco Central do Brasil. Em um momento de intenso escrutínio político e institucional, a decisão norte-americana funciona como respaldo adicional à condução do processo, alinhando-se às práticas internacionais de supervisão e resolução bancária.

Ao validar o procedimento instaurado no Brasil, a Corte americana indica que se trata de um ato regulatório legítimo e compatível com o objetivo do Chapter 15 de favorecer a cooperação em casos de insolvência transnacional. Esse alinhamento reduz o risco de ordens contraditórias, reforça a segurança jurídica para o sistema financeiro e cria um precedente para futuras intervenções em instituições com exposição relevante no exterior.

Quais os principais desdobramentos esperados no caso Banco Master?

Com o reconhecimento nos EUA, a tendência é de avanço na identificação, bloqueio e avaliação dos ativos do Banco Master em território americano, agora sob coordenação unificada da EFB. A liquidante ganha condições formais para mapear com mais eficiência o patrimônio disponível, negociar com credores estrangeiros e buscar maximizar os valores recuperados para o processo de liquidação extrajudicial.

Em paralelo, as discussões no Brasil sobre a própria liquidação podem continuar em instâncias judiciais e administrativas, mas em um ambiente em que a intervenção do Banco Central recebeu reforço importante na arena internacional. O caso passa a servir de referência para debates sobre governança bancária, responsabilidade de controladores, coordenação entre reguladores de diferentes países e gestão de riscos de instituições com atuação global.

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