• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Presidente do STF, Barroso afirma ser ‘impossível’ abrir mão de decisões individuais de ministros

Por Terra Brasil Notícias
19/dez/2023
Em Justiça, STF
Presidente do STF, Barroso afirma ser 'impossível' abrir mão de decisões individuais de ministros

CARLOS MOURA/SCO/STF - 22.11.2023.

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou nesta terça-feira (19) que “as decisões monocráticas são um imperativo da realidade, só superável se reduzíssemos drasticamente as competências do Supremo”. Neste ano, o Senado aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC 8/2021) que restringe decisões monocráticas nos tribunais superiores, como o Supremo.

“Sobre as decisões monocráticas, cabe uma explicação à sociedade. A regra geral é que cautelares em ações diretas, que geralmente envolvem atos dos outros Poderes, venham imediatamente a plenário. É preciso que se tenha a consciência da impossibilidade: com 54 mil recursos, 7.000 reclamações, 12 mil habeas corpus, sem falar em mandados de segurança e outras classes processuais, seria simplesmente inviável — materialmente impossível — que tudo viesse a plenário. As decisões monocráticas são um imperativo da realidade, só superável se reduzíssemos drasticamente as competências do Supremo”, disse. 

O Supremo e os tribunais superiores realizam nesta terça-feira (19) sessões de encerramento do ano judiciário de 2023. O recesso forense será de 20 de dezembro a 6 de janeiro. Os julgamentos e as sessões dos tribunais superiores serão retomados em 1º de fevereiro de 2024.

Leia Também

O que pode acontecer com a pena de Jair Bolsonaro após veto de Lula ser derrubado

Investigação contra advogado apontado como ‘figura instrumental’ de Vorcaro foi barrada por Toffoli

Avanço de investigação da Polícia Federal contra Lulinha gera preocupação no entorno de Lula

Durante o período, todo o Judiciário nacional entra em recesso e vai operar em regime de plantão. Haverá a suspensão dos prazos. Na prática, ações podem continuar sendo apresentadas, mas só serão tomadas decisões consideradas urgentes. Não haverá sessões de plenário, nem turmas, nem plenário virtual. A regra vale também para os tribunais superiores.

O ministro também disse que o 8 de Janeiro foi uma das páginas mais tristes da história do Supremo. “Talvez da história do Brasil, mas, ao mesmo tempo, demonstrou a grande resiliência das instituições, e esse mesmo plenário foi reconstruído em tempo recorde, em três semanas, numa prova de que às vezes a depredação física não é capaz de atingir a simbologia das instituições e sua força”, afirmou. 

R7

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

O ‘vale-tudo’ de Datena por uma eleição

PRÓXIMO

Conheça o míssil mais poderoso do ditador Kim Jong-un, capaz de alcançar até os Estados Unidos

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se