A Meta negou as acusações feitas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que apontou possíveis restrições no alcance de publicações e suspeitas de favorecimento ao adversário Flávio Bolsonaro (PL).
Em nota, a empresa classificou as alegações como “simplesmente falsas” e afirmou que elas não encontram respaldo nos fatos. A campanha petista informou que acionará o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tratar do caso.
Segundo a Meta, os problemas técnicos mencionados pela equipe de Lula não afetaram exclusivamente o Brasil nem contas específicas em suas plataformas.
A empresa também declarou que cumpre as normas eleitorais brasileiras e que está comprometida com a igualdade de condições no uso de seus serviços por todos os participantes da disputa.
“As alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos. Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas nas nossas plataformas. Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia do uso das nossas plataformas por todos”, afirmou a empresa.