• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Brasil

Endividamento das famílias brasileiras chega a 82% e dívidas atrasadas somam R$ 592 bilhões, maior nível desde fevereiro

Por Junior Melo
17/set/2026
Em Brasil, Economia
Inadimplência (Csamhaber/Pixabay/VEJA.com)

Inadimplência (Csamhaber/Pixabay/VEJA.com)

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O endividamento das famílias brasileiras permaneceu em patamar recorde pelo sétimo mês consecutivo. Em agosto, 82% das famílias declararam possuir algum tipo de dívida, enquanto 29,9% estavam com contas em atraso e 12,5% afirmaram não ter condições de pagar os débitos, segundo levantamento do Pagou Fácil, plataforma digital da Paschoalotto.

O percentual de famílias endividadas é o maior desde fevereiro de 2026. O prazo médio das contas atrasadas também aumentou e chegou a 65 dias. Além disso, 19,2% das famílias comprometem mais da metade da renda mensal com o pagamento de dívidas.

Apesar do cenário de pressão sobre o orçamento, a quantidade de inadimplentes apresentou pouca alteração entre julho e agosto. O número cresceu 0,06%, chegando a 83,9 milhões de pessoas. Já o estoque de dívidas em atraso avançou 0,96%, alcançando R$ 592 bilhões.

Leia Também

PF apreende R$ 2,5 milhões em espécie após o saque em agência de Belém

Ministra do TSE apadrinhada de Moraes usou jurisprudência do próprio Moraes para proibir santinhos com foto de Bolsonaro

AGORA: Flávio tem 7 pontos de vantagem sobre Lula na pesquisa Gerp e entorno do presidente entra em desespero

Com isso, enquanto a quantidade de brasileiros inadimplentes permaneceu praticamente estável, o volume financeiro das dívidas cresceu em ritmo significativamente maior. O valor médio devido chegou a R$ 1.687,27 por inadimplente.

Famílias de menor renda são mais afetadas

A evolução da inadimplência varia conforme a faixa de renda. Entre as famílias que recebem até três salários mínimos, a taxa passou de 38,5% para 38,8% entre julho e agosto. Nos demais grupos, o índice permaneceu estável ou recuou.

Segundo o levantamento, o resultado evidencia a maior vulnerabilidade das famílias de menor renda diante de oscilações no orçamento, especialmente na conciliação entre despesas básicas e pagamento de dívidas.

A instabilidade dos rendimentos aparece entre as principais razões apontadas pelos consumidores para a inadimplência. O desemprego foi citado por 43,24% dos entrevistados, enquanto o atraso de salário ou de outros rendimentos apareceu em 38,39%. Juntos, os dois fatores relacionados à perda ou à instabilidade da renda representam mais de 80% das respostas.

Cartão de crédito lidera entre as dívidas

Entre os tipos de dívida, cartões de crédito e outros produtos bancários representam 27,3% do total. Na sequência aparecem contas básicas, como água, luz e telefone, com 20,7%, e dívidas com financeiras, com 20,1%.

Serviços de internet e TV por assinatura correspondem a outros 11,5% dos débitos.

A inadimplência também apresenta distribuição semelhante entre homens e mulheres. As mulheres representam 50,6% dos consumidores negativados, enquanto os homens correspondem a 49,4%.

Por faixa etária, brasileiros entre 41 e 60 anos concentram a maior parcela dos inadimplentes, com 35,8% do total.

Diferenças entre os estados

O levantamento também aponta diferenças entre os estados brasileiros. O Amapá aparece com a maior representatividade de pessoas inadimplentes, com 64,94%.

Na outra ponta está o Piauí, com 40,86%, menor percentual registrado entre os estados analisados.

Negociações digitais ganham espaço

A forma de negociação das dívidas também mudou nos últimos anos. Em 2023, 20,5% das negociações eram realizadas digitalmente. O percentual chegou a 32% no mesmo período de 2025 e alcançou 42% em julho de 2026.

Os dados indicam uma migração de canais tradicionais, como telefone e atendimento presencial, para plataformas digitais, nas quais o próprio consumidor pode consultar e negociar seus débitos.

Com 83,9 milhões de inadimplentes e R$ 592 bilhões em dívidas atrasadas, os dados de agosto mostram que a estabilidade na quantidade de devedores não representa, necessariamente, redução da pressão financeira. O tamanho das dívidas acumuladas continua sendo um dos principais desafios para o orçamento das famílias, especialmente entre as de menor renda.

Com informações de VEJA

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

URGENTE: Flávio Bolsonaro cresceu quase 5 pontos em uma semana na pesquisa AtlasIntel, VEJA NÚMEROS

PRÓXIMO

Lula quer repetir encontro na ONU com Trump mas assessoria do presidente americano não confirma

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se