• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Brasil

URGENTE: revista americana prevê que Lula seja varrido da política na onda de direita nas Américas

Por Junior Melo
22/out/2026
Em Brasil, Eleições, Política
REUTERS/Adriano Machado

REUTERS/Adriano Machado

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Uma possível derrota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026 poderia encerrar sua trajetória política e consolidar a aproximação do Brasil com a onda conservadora que ganhou força na América Latina. Essa é a avaliação do jornalista Ishaan Tharoor, em uma coluna publicada pela revista americana The New Yorker nesta quarta-feira (21).

Intitulado Lula’s Last Dance (“A última dança de Lula”, em tradução livre), o artigo analisa o cenário eleitoral brasileiro e aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) como um adversário com chances de vencer a disputa presidencial. A avaliação considera o resultado do primeiro turno, realizado em 4 de outubro, quando Flávio terminou à frente do atual presidente, além do desempenho expressivo de candidatos de direita nas eleições legislativas e estaduais.

Tharoor também destaca um dado histórico: desde a redemocratização, todos os candidatos que venceram o primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras conseguiram vencer o segundo. O jornalista ressalta, ainda, que uma eventual vitória apertada de Lula não eliminaria as dificuldades políticas de um novo mandato, diante da força da direita no Congresso Nacional e nos governos estaduais.

Leia Também

Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de câncer de pulmão avançado

STJ nega dois habeas corpus de Deolane Bezerra, que seguirá presa; novo julgamento está previsto, veja

Flávio Bolsonaro e Lula vão apresentar ao TSE aval para formalizar desafio dos sigilos

Na análise, o resultado brasileiro é apresentado como parte de uma mudança política mais ampla na América Latina, em sintonia com a orientação ideológica do governo do presidente americano Donald Trump para o continente.

Legado dos primeiros mandatos e dificuldades atuais

A coluna relembra os resultados dos dois primeiros governos de Lula, entre 2003 e 2010. Entre os pontos destacados estão a redução do desmatamento na Amazônia, o protagonismo brasileiro nas discussões climáticas e a atuação do país junto às nações do chamado Sul Global.

O texto também atribui parte dos avanços sociais daquele período à expansão de políticas públicas e ao cenário internacional favorável, marcado pela valorização das commodities. Segundo a análise, esses fatores contribuíram para que milhões de brasileiros deixassem a pobreza.

A trajetória política do petista, porém, sofreu um revés com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e as investigações da Operação Lava Jato. Lula foi preso em abril de 2018 e permaneceu detido por 580 dias, até novembro de 2019. Posteriormente, suas condenações foram anuladas pelo Supremo Tribunal Federal, permitindo que voltasse a disputar a Presidência em 2022.

Naquele ano, Lula derrotou Jair Bolsonaro e retornou ao Palácio do Planalto. Apesar da vitória, Tharoor avalia que o presidente enfrenta dificuldades para conquistar eleitores insatisfeitos com o custo de vida, preocupados com a segurança pública e pessimistas em relação aos rumos do país.

O jornalista também observa que indicadores econômicos positivos, como a redução do desemprego, não necessariamente se traduzem em uma percepção favorável da população sobre a situação econômica.

Família Bolsonaro e fortalecimento da direita

A análise dedica parte significativa à trajetória de Jair Bolsonaro, descrito como um ex-militar de direita que demonstrava simpatia pelo período da ditadura militar brasileira.

Durante seu governo, entre 2019 e 2022, houve mudanças nas políticas ambientais, redução de recursos destinados a universidades e programas habitacionais e críticas à condução da pandemia de Covid-19.

Após perder a eleição presidencial de 2022, Bolsonaro não reconheceu de imediato o resultado político da disputa. Em 8 de janeiro de 2023, milhares de apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Posteriormente, a Justiça brasileira responsabilizou Bolsonaro por sua participação em uma trama golpista. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e, segundo o cenário descrito na reportagem, cumpre a pena em regime de prisão domiciliar.

Flávio Bolsonaro é apresentado por Tharoor como uma versão politicamente mais moderada do pai, embora mantenha compromissos com pautas centrais do bolsonarismo. O artigo destaca que o senador declarou intenção de buscar a libertação de Jair Bolsonaro e de responsabilizar integrantes do Judiciário envolvidos na condenação do ex-presidente.

Para o colunista, a possibilidade de retorno da família Bolsonaro ao comando do país representa uma questão relevante para o debate internacional sobre a proteção das instituições democráticas.

Comparação entre Brasil e Estados Unidos

Outro eixo do artigo é a comparação entre a polarização política brasileira e a americana. Tharoor descreve os dois países como integrantes de uma espécie de “labirinto de espelhos”, no qual movimentos políticos semelhantes surgiram em momentos diferentes.

O texto aproxima Jair Bolsonaro e Donald Trump por suas posições nacionalistas, pelo discurso contra o sistema político tradicional e pelo apoio de segmentos conservadores, incluindo parte do eleitorado evangélico.

Lula, por sua vez, é comparado ao ex-presidente americano Joe Biden. Ambos são descritos como políticos experientes, associados a uma tradição liberal mais antiga, que tentaram impedir o retorno de adversários de direita, mas não conseguiram eliminar a influência dos movimentos que os sustentam.

Tharoor ressalva que a comparação tem limites. Ao contrário das críticas feitas a Biden durante a campanha americana de 2024, o jornalista não considera que haja motivos equivalentes para questionar a capacidade física e mental de Lula para exercer a Presidência.

A avaliação central é que o desgaste enfrentado pelos dois líderes está relacionado, em parte, às mudanças no perfil dos eleitores, à insatisfação econômica e à dificuldade de mobilizar a população em torno da defesa das instituições democráticas.

Relação com Trump e possíveis mudanças na política externa

A coluna também examina como uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro poderia alterar a orientação internacional do Brasil.

Tharoor avalia que o senador poderia aproximar o país do governo Trump e rever prioridades relacionadas à política climática, à atuação em organismos multilaterais e à participação brasileira em grupos como o Brics.

O texto destaca diferenças entre Lula e a família Bolsonaro em relação à política externa, incluindo suas posições sobre o conflito no Oriente Médio e as relações com os Estados Unidos.

Um diplomata brasileiro ouvido pela revista, sob condição de anonimato, avaliou que uma vitória de Flávio poderia reduzir o protagonismo do Brasil entre os países em desenvolvimento e ampliar sua aproximação com Washington.

O artigo, entretanto, apresenta ressalvas a essa perspectiva. O peso econômico do Brasil e sua relação comercial com a China, principal parceiro comercial do país, podem limitar mudanças mais profundas no alinhamento internacional. Parte do agronegócio brasileiro, que mantém apoio a setores da direita, depende do mercado chinês.

Especialistas ouvidos por Tharoor também observam que o avanço de candidatos conservadores na região pode refletir não apenas uma mudança ideológica permanente, mas a insatisfação dos eleitores com governos em exercício.

Lula aposta em eleitores ausentes no primeiro turno

Diante do cenário eleitoral, Lula espera atrair brasileiros que não compareceram às urnas no primeiro turno e conquistar votos suficientes para reverter a desvantagem apontada pelo resultado inicial.

A coluna conclui que o desfecho da disputa terá consequências que vão além da política doméstica. Uma vitória de Flávio poderia representar uma mudança na posição internacional do Brasil, enquanto uma reeleição de Lula ocorreria em um ambiente de forte oposição parlamentar e de continuidade da polarização política.

O artigo da The New Yorker apresenta esses cenários como possibilidades e interpretações sobre a disputa, e não como resultados eleitorais definidos antecipadamente.

FONTE: BBC News

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Trump diz que CEO do Google recusou pedido para renomear Oceano Atlântico, veja nome

PRÓXIMO

STJ nega dois habeas corpus de Deolane Bezerra, que seguirá presa; novo julgamento está previsto, veja

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se