A tornozeleira eletrônica utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o cumprimento da prisão domiciliar foi substituída no dia 29 de setembro. O procedimento foi realizado pelo Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (CIME) e ocorreu entre 16h20 e 16h40.
Segundo relatório encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Núcleo de Custódia da Polícia Militar, uma policial realizou a substituição do equipamento. Para concluir o procedimento, foi necessário utilizar um aparelho telefônico para desvincular o dispositivo antigo e vincular a nova tornozeleira ao sistema de monitoramento.
O relatório não registra rompimento, violação ou defeito no equipamento que estava sendo utilizado por Bolsonaro. O documento apenas registra a troca do dispositivo durante a rotina de acompanhamento do ex-presidente.
As informações fazem parte dos relatórios periódicos enviados ao STF sobre o cumprimento das medidas impostas a Bolsonaro. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar e é monitorado por tornozeleira eletrônica.
A substituição do equipamento, portanto, foi registrada pelas autoridades responsáveis pelo monitoramento, sem indicação, no documento citado, de que tenha ocorrido uma nova violação das condições impostas pela Justiça.
