O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece com 49% dos votos válidos na disputa pelo governo de Minas Gerais, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º). Patrus Ananias (PT) tem 20%, enquanto Alexandre Kalil (PDT) registra 13%.
Segundo informações divulgadas pela Revista Oeste nesta sexta-feira (02), na sequência, aparecem Flávio Roscoe (PL) e Mateus Simões (PSD), com 5% cada. Gabriel Azevedo (MDB) soma 3%, e Ben Mendes (Missão) tem 2%. Túlio Lopes (PCB), Rafael Duda (PSTU), Indira Xavier (UP) e Henrique Áreas (PCO) registram 1% cada.
Os votos válidos excluem os votos brancos, nulos e os eleitores que ainda não decidiram em quem votar. Pela regra eleitoral, para uma candidatura vencer no primeiro turno é necessário alcançar mais da metade dos votos válidos.
Intenção de voto no total do eleitorado
Quando são considerados todos os entrevistados, incluindo brancos, nulos e indecisos, Cleitinho aparece com 40% das intenções de voto. Patrus tem 16% e Kalil, 11%.
Roscoe e Simões registram 4% cada, enquanto Gabriel Azevedo tem 2%. Os demais candidatos aparecem com 1% cada.
Segundo o levantamento, 9% dos entrevistados afirmam que votarão em branco ou nulo, enquanto 8% ainda estão indecisos.
Comparação com pesquisas anteriores
Na pesquisa Datafolha divulgada em 24 de setembro, Cleitinho também tinha 40% das intenções de voto. Patrus aparecia com 15% e Kalil, com 9%.
Duas semanas antes, os três candidatos registravam, respectivamente, 37%, 13% e 11%. As variações observadas entre as rodadas ficaram dentro da margem de erro.
Metodologia
O Datafolha entrevistou presencialmente 1.204 eleitores com 16 anos ou mais, em 55 municípios de Minas Gerais, entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro.
A pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrado na Justiça Eleitoral.
Como toda pesquisa eleitoral, os números representam a opinião dos entrevistados no período em que as entrevistas foram realizadas e não constituem uma previsão do resultado das urnas.