Um novo terremoto atingiu a região de Granada, no sul da Espanha, nesta terça-feira (18). O tremor teve magnitude 4,8, de acordo com o Instituto Geográfico Nacional (IGN) espanhol, e deixou ao menos três pessoas feridas. Hotéis também foram evacuados como medida preventiva.
O abalo ocorreu por volta das 10h38 no horário local, com epicentro localizado no município de Alhendín, a aproximadamente seis quilômetros ao sul de Granada. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) estimou a magnitude em 4,9.
Segundo o serviço de emergência da Andaluzia, os três feridos tiveram lesões leves. Entre eles estava uma menina, que precisou ser encaminhada para atendimento hospitalar.
Prédios apresentam danos
Os serviços de emergência receberam mais de 50 chamados após o terremoto. Moradores relataram o surgimento de rachaduras em imóveis e a queda de partes de estruturas.
Registros publicados nas redes sociais mostraram destroços espalhados pelas ruas e veículos atingidos por fragmentos de construções.
A força do tremor também ativou o sistema de alerta de terremotos do Google nos celulares de moradores da região.
Como medida de segurança, alguns hotéis foram evacuados. O metrô de Granada também adotou medidas preventivas e reduziu a velocidade dos trens diante da sequência de abalos.
Região registra novas réplicas
Após o terremoto principal, uma série de réplicas foi registrada na área. Algumas delas tiveram magnitude superior a 4, aumentando a preocupação entre os moradores.
O novo tremor aconteceu apenas três dias depois de outro terremoto de grande intensidade atingir Granada.
No sábado (15), um abalo de magnitude 5 provocou danos em casas e veículos na região. Na ocasião, não foram registradas mortes ou pessoas feridas.
Imagens exibidas pela televisão espanhola mostraram os estragos provocados pelo terremoto anterior, incluindo destroços nas ruas e carros danificados. Equipes de emergência também foram mobilizadas para retirar moradores de edifícios afetados.
A sequência de terremotos mantém as equipes de emergência em alerta diante da continuidade da atividade sísmica na região.
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Vídeo: @metropoles