• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Mundo

Forças dos EUA deixam o Iraque após mais de 20 anos

Por Junior Melo
30/set/2026
Em Mundo
Militares dos EUA perto da fronteira entre o Kuwait e o Iraque em 18 de março de 2003  • Scott Nelson/Getty Images

Militares dos EUA perto da fronteira entre o Kuwait e o Iraque em 18 de março de 2003 • Scott Nelson/Getty Images

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

As forças dos Estados Unidos vão deixar suas últimas bases no Iraque nesta quarta-feira (30), encerrando a presença militar americana no país. A retirada ocorre em meio a preocupações sobre um possível vácuo de segurança, o fortalecimento de milícias apoiadas pelo Irã e uma eventual reorganização do Estado Islâmico.

Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil nesta quarta-feira (30), o acordo para a retirada foi firmado em 2024, durante o governo de Joe Biden, e está sendo executado pela administração de Donald Trump. A saída é celebrada pelo Irã e por seus aliados, enquanto os Estados Unidos travam uma guerra contra Teerã, que mantém influência no Iraque por meio de grupos aliados.

A retirada acontece 23 anos depois da invasão liderada pelos EUA que derrubou Saddam Hussein. A operação provocou uma onda de instabilidade no país, que posteriormente culminou na ascensão do Estado Islâmico.

Leia Também

Voo com destino a Israel é desviado para a Arábia Saudita após briga entre pilotos

Suprema Corte dos EUA autoriza Trump a retomar deportações para terceiros países

Satélite espião dos EUA explode em órbita da Terra; Veja vídeo

Embora a saída das tropas americanas tenha amplo apoio entre os iraquianos, há preocupação sobre a capacidade das forças de segurança do país de proteger o território sem o apoio militar dos EUA. Ao longo de mais de duas décadas de guerra, cerca de 4.500 militares americanos morreram no Iraque.

“A lição das últimas duas décadas é que vácuos de segurança podem ser extremamente perigosos”, afirmou Jassim al-Bahadli, analista iraquiano que presta consultoria às forças de segurança.

Histórico da presença americana

Os Estados Unidos invadiram o Iraque em 2003 e ocuparam o país. Na época, instalaram um governo liderado por xiitas e iniciaram uma longa campanha de contrainsurgência, primeiro contra apoiadores de Saddam Hussein e posteriormente contra a Al-Qaeda.

As tropas americanas deixaram o Iraque no fim de 2011, mas retornaram menos de três anos depois para apoiar as forças iraquianas no combate ao Estado Islâmico. A guerra contra o grupo ocorreu principalmente entre 2014 e 2017.

O número de militares americanos mortos na chamada “Operação Liberdade do Iraque” foi aproximadamente duas vezes maior que o registrado na guerra do Afeganistão, encerrada com a retirada dos Estados Unidos em 2021.

No conflito deste ano com o Irã, sete dos 18 militares americanos registrados como mortos estavam no Iraque. O último deles foi um sargento do Exército que morreu durante a detonação controlada de um drone em uma base próxima a Erbil, em julho.

Retirada gera preocupação com milícias e Estado Islâmico

O Irã, que afirma ter como objetivo final retirar as tropas americanas de todo o Oriente Médio, apresenta a saída dos EUA do Iraque como uma vitória de seu chamado “eixo de resistência”, formado por grupos armados aliados espalhados pela região.

Para o analista político Ahmed Younis, de Bagdá, uma das principais preocupações é que grupos aliados do Irã se sintam fortalecidos com a ausência de uma presença militar ocidental e tentem ampliar sua influência sobre políticas estatais e instituições do país.

Autoridades de segurança iraquianas, tanto do governo federal quanto da região curda semiautônoma no norte do país, também avaliam que a retirada americana pode favorecer uma reorganização do Estado Islâmico.

Apesar da derrota de seu autoproclamado califado há quase uma década, o grupo mantém células dormentes. No auge de sua atuação, os militantes chegaram a controlar cerca de um terço do território iraquiano e mataram milhares de pessoas.

As forças americanas forneciam às forças de segurança iraquianas informações de inteligência sobre os movimentos do Estado Islâmico, além de serviços de vigilância aérea e reconhecimento.

“A questão mais importante agora é saber se as instituições de segurança do Iraque prepararam um Plano B viável para a fase pós-coalizão”, afirmou o general reformado do Exército iraquiano Mohammed al-Jubouri, que comandou uma brigada durante a guerra contra o Estado Islâmico.

Segundo ele, um dos cenários de maior preocupação seria o grupo obter drones armados ou equipados com explosivos improvisados, enquanto o Iraque ainda possui capacidade limitada de defesa aérea para enfrentar esse tipo de ameaça.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Nova pesquisa Meio/Ideia mostra Lula com maior índice de rejeição na disputa pela Presidência, VEJA NÚMEROS

PRÓXIMO

Candidato a deputado federal é preso em flagrante pela PF durante investigação sobre suspeitas de corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro em PA

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se