Um pastor evangélico foi agredido enquanto realizava uma pregação na Praça do Feijão, em Irecê, no norte da Bahia. O caso aconteceu na sexta-feira (21) e foi registrado por pessoas que estavam no local.
Segundo relatos divulgados nas redes sociais, um artista de rua se aproximou do pregador e iniciou uma discussão que acabou evoluindo para agressão física. A motivação teria sido o incômodo com o volume do equipamento de som utilizado durante a pregação.
As imagens mostram o momento em que o pastor é atingido e tenta se afastar da confusão. Pessoas que acompanhavam a situação intervieram para separar os envolvidos, e a Polícia Militar foi acionada.
Até o momento, não há informações oficiais sobre prisões ou sobre a responsabilização dos envolvidos. As circunstâncias do caso deverão ser apuradas pelas autoridades.
O que penso sobre isso
Se os relatos estiverem corretos, a agressão física é injustificável. Conflitos sobre uso de espaço público ou volume de som devem ser resolvidos por diálogo ou, se necessário, com a atuação das autoridades competentes — não por violência.
Ao mesmo tempo, atividades em praças públicas, sejam religiosas, artísticas ou de outra natureza, também precisam respeitar as regras locais sobre uso do espaço e níveis de som, quando existirem. Isso, porém, não torna uma agressão aceitável.