• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
domingo, 19 de julho de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

PF diz que prisão de secretária sancionada pelos EUA não teve relação com anúncio de Trump

Por Junior Melo
03/jul/2026
Em Justiça
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (3) Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, secretária sancionada pelo governo dos Estados Unidos por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A detenção ocorreu dois dias após a divulgação das sanções impostas pela administração de Donald Trump.

Apesar da repercussão internacional do caso, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que a prisão não foi motivada pelo comunicado norte-americano. Segundo ele, as investigações já estavam em andamento e a corporação apenas antecipou etapas após a divulgação das medidas dos Estados Unidos.

Em conversa com jornalistas, Rodrigues reforçou que não houve mudança de rumo na apuração em razão das sanções e que o trabalho já estava previsto dentro do curso normal da investigação.

Leia Também

Moraes mantém Bolsonaro em prisão domiciliar, mas impõe novas restrições

Justiça mantém decisão que livrou Nikolas Ferreira de condenação por transfobia na Câmara

Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro à PF em investigação por suposta calúnia contra Lula

PF critica associação entre facções e terrorismo

Durante a coletiva, o diretor-geral também voltou a afirmar que considera um “erro grave” a tentativa de equiparar organizações criminosas brasileiras a grupos terroristas. Segundo ele, essa classificação gera mais problemas do que soluções e não reflete a abordagem adotada pela Polícia Federal no combate ao crime organizado.

Rodrigues destacou ainda que a PF mantém atuação contínua e ostensiva contra facções criminosas no país.

Operação Sem Desconto e investigações em andamento

No mesmo encontro com jornalistas, o diretor-geral da PF apresentou atualizações sobre outras frentes de investigação. Segundo ele, cerca de 40% do material apreendido na Operação Sem Desconto já foi analisado, e 27 pessoas foram presas até o momento.

Rodrigues afirmou que o tratamento das investigações segue critérios técnicos e legais, sem distinção entre investigados.

Ao ser questionado sobre a quebra de sigilo envolvendo o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, o diretor-geral afirmou que não há diferenciação no tratamento dado aos casos e que as apurações seguem dentro das prerrogativas legais.

Delação de Daniel Vorcaro e atuação da PF

Sobre a possibilidade de delação premiada no caso envolvendo o Banco Master, o diretor-geral afirmou que esse instrumento é um direito da defesa e não depende de interesse da Polícia Federal.

Rodrigues ressaltou ainda que a investigação já possui elementos suficientes e que eventuais novas informações dependem da colaboração dos investigados.

Ele também afirmou que a PF ainda não solicitou a inclusão do empresário Daniel Vorcaro na lista da Interpol.

Segurança eleitoral e atuação da PF

O diretor-geral destacou ainda o planejamento da Polícia Federal para o período eleitoral. Segundo ele, já há articulação com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e com superintendências regionais para garantir segurança no processo de votação.

A PF trabalha com três eixos principais para o período eleitoral: combate à violência contra candidatos, enfrentamento à desinformação e fiscalização do uso de recursos ilícitos, como caixa dois.

As ações de proteção devem ser intensificadas após as convenções partidárias, com reforço de estrutura e equipamentos voltados à segurança do processo eleitoral.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Ancelotti abre o jogo sobre Neymar e garante: “Ele pode jogar 90 minutos”

PRÓXIMO

Bolsonaro mandou Michelle escolher: “ou eu ou a política”, diz Cláudio Dantas

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se