• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Mundo

Nova pílula aprovada nos EUA reduz colesterol em até 60%; veja como funciona

Por Junior Melo
17/jul/2026
Em Mundo
Placa da FDA em frente à sede da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) em White Oak, Maryland, EUA 29/08/2020 REUTERS/Andrew Kelly

Placa da FDA em frente à sede da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) em White Oak, Maryland, EUA 29/08/2020 REUTERS/Andrew Kelly

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) aprovou nesta quinta-feira um novo medicamento oral para o controle do colesterol. A pílula, chamada enlicitida e comercializada com o nome Lipfendra, é de uso diário e demonstrou capacidade de reduzir o colesterol LDL — conhecido como “mau colesterol” — a níveis inferiores aos normalmente alcançados pelas estatinas, atualmente o tratamento mais utilizado.

Desenvolvido pela farmacêutica Merck, o medicamento atua bloqueando a proteína PCSK9, mecanismo já utilizado por medicamentos injetáveis disponíveis no mercado. Em estudos clínicos, a enlicitida reduziu os níveis de LDL para cerca de 50, 60 ou até menos, enquanto adultos que não utilizam medicamentos para colesterol costumam apresentar índices acima de 100.

As diretrizes mais recentes da American Heart Association (AHA) e do American College of Cardiology (ACC) recomendam que pessoas com maior risco de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) mantenham o LDL abaixo de 70. Para pacientes considerados de alto risco, como aqueles que já sofreram um infarto, a meta é reduzir o índice para menos de 55.

Leia Também

BOMBA: CIA conclui que Maduro manipulou sistema eletrônico de votação, diz Trump; VEJA VÍDEO

Lula atacou Trump 62 vezes, diz ex-embaixador, VEJA VÍDEO

Governo do Irã triplica número de execuções no país

De acordo com a Merck, o Lipfendra terá preço de tabela de US$ 315 para 30 dias de tratamento e deve chegar ao mercado norte-americano nas próximas semanas.

Atualmente, já existem medicamentos injetáveis que também bloqueiam a proteína PCSK9, porém o custo mensal costuma variar entre US$ 500 e US$ 600, podendo ser ainda maior. Além do preço elevado, muitos pacientes resistem ao uso de aplicações e, em alguns casos, as seguradoras não autorizam a cobertura do tratamento. Segundo dados apresentados pela farmacêutica, apenas 1% dos cerca de 6 milhões de pacientes elegíveis utiliza esses medicamentos injetáveis.

Mesmo com a baixa adesão, estudos anteriores mostraram que os inibidores de PCSK9 podem reduzir em aproximadamente 20% o risco de infarto em pacientes com alto risco cardiovascular.

Especialistas que não participaram do desenvolvimento do medicamento avaliaram positivamente tanto a aprovação da FDA quanto o preço definido pela Merck. A expectativa é que uma opção em comprimido, mais acessível e de uso mais simples, amplie o número de pessoas em tratamento.

“Estou empolgado”, afirmou o cardiologista Christopher Cannon, do Brigham and Women’s Hospital, em Boston, que presta consultoria para diversas empresas farmacêuticas, mas não atua para a Merck.

Na mesma linha, o cardiologista preventivo David Maron, da Universidade Stanford, destacou o potencial da nova terapia para reduzir os custos do tratamento em comparação com os medicamentos injetáveis.

Em novembro do ano passado, a Merck divulgou os resultados de um estudo clínico com duração de 24 semanas envolvendo 2.912 participantes. Segundo a empresa, o Lipfendra reduziu os níveis de LDL em até 60% e apresentou perfil de segurança semelhante ao placebo, com incidência de efeitos colaterais comparável à observada no grupo de controle.

Pesquisas anteriores com medicamentos da mesma classe indicaram redução de cerca de 20% na ocorrência de infartos, AVCs e mortes por doenças cardiovasculares entre pacientes de alto risco. Agora, a Merck conduz um novo estudo para verificar se a enlicitida também produzirá esse benefício clínico.

O presidente da Merck Research Laboratories, Dean Li, afirmou que a expectativa da empresa é tornar o tratamento do colesterol tão simples quanto o uso das estatinas. Segundo ele, o objetivo é permitir que o medicamento seja prescrito também por clínicos gerais, sem necessidade de encaminhamento exclusivo a cardiologistas.

Li ressaltou ainda que pacientes com risco cardiovascular elevado já fazem uso diário de diversos medicamentos, como anti-hipertensivos, estatinas e aspirina, o que pode facilitar a adesão ao novo tratamento. Até o momento, as fabricantes dos medicamentos injetáveis que atuam sobre a proteína PCSK9 não informaram se pretendem reduzir os preços para competir com a nova opção em comprimido.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Lula atacou Trump 62 vezes, diz ex-embaixador, VEJA VÍDEO

PRÓXIMO

BOMBA: CIA conclui que Maduro manipulou sistema eletrônico de votação, diz Trump; VEJA VÍDEO

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se