• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
sábado, 18 de julho de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Produtora do filme Dark Horse é alvo de operação da Polícia Civil

Por Junior Melo
01/jun/2026
Em Justiça
Após calote de Vorcaro, empresários bolsonaristas foram procurados e investiram até R$ 2 milhões em 'Dark Horse'

Filme Dark Horse sobre Bolsonaro - Foto: Reprodução/Instagram

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira (1º/6) uma operação que investiga suspeitas de fraude em um contrato firmado entre a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), ligado à produção do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O que está sendo investigado na operação envolvendo o Instituto Conhecer Brasil?

A operação apura possíveis irregularidades em uma licitação envolvendo a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT) e o Instituto Conhecer Brasil (ICB). O foco está na contratação de serviços de Wi-Fi em comunidades periféricas da capital paulista.

O instituto, representado por Karina Ferreira da Gama, também é apontado como responsável pela produtora Go Up Entertainment Ltda, o que ampliou o escopo da investigação por possível ligação entre recursos públicos e produção audiovisual. As informações são do portal Metrópoles.

Leia Também

Moraes mantém Bolsonaro em prisão domiciliar, mas impõe novas restrições

Justiça mantém decisão que livrou Nikolas Ferreira de condenação por transfobia na Câmara

Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro à PF em investigação por suposta calúnia contra Lula

Como funcionava o contrato de Wi-Fi?

Segundo as investigações, o termo de colaboração previa a instalação de pontos de internet em áreas periféricas da cidade. No entanto, a escolha do ICB levantou suspeitas desde o início do processo.

A polícia identificou que o chamamento público contou com participação exclusiva do instituto, que não possuía experiência em telecomunicações, atuando principalmente em eventos religiosos e feiras de livros.

Quais falhas foram encontradas na execução do projeto de conectividade?

As apurações apontam falhas graves na execução do contrato, incluindo atraso na entrega e discrepância entre o que foi pago e o que foi efetivamente realizado.

Antes de avançar para os principais problemas identificados, as autoridades destacaram inconsistências operacionais e financeiras relevantes:

  • Apenas 3.200 dos 5.000 pontos previstos foram instalados
  • Foram assinados três aditivos contratuais em curto intervalo de tempo
  • Existência de pagamentos antecipados sem entrega proporcional do serviço
  • Funcionamento efetivo de apenas seis pontos de Wi-Fi em determinado período

Onde está a suspeita de superfaturamento e falta de capacidade técnica?

Um dos pontos centrais da investigação é o possível superfaturamento no contrato. Segundo os dados apurados, a comparação com parâmetros de mercado indica uma discrepância significativa nos valores.

A Prodam, empresa pública de tecnologia, cobrava cerca de R$ 306 por ponto de manutenção mensal, enquanto o contrato com o ICB previa R$ 1.800 por ponto, valor considerado acima do padrão. Além disso, a polícia aponta que o instituto não possuía estrutura técnica compatível com o serviço contratado, reforçando indícios de irregularidade na escolha da entidade.

Há suspeita de desvio de recursos para produção do filme Dark Horse?

As investigações também analisam a possível ligação entre os recursos do contrato e a produção audiovisual do filme Dark Horse, que retrata o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo os investigadores, há indícios de que valores públicos possam ter sido desviados para a produtora Go Up Entertainment Ltda, controlada por Karina Ferreira da Gama. Esses repasses seriam incompatíveis com a execução real do projeto de conectividade, o que levanta dúvidas sobre o destino final dos recursos.

Por que os pagamentos antecipados chamaram atenção das autoridades?

Outro ponto considerado crítico é a antecipação de valores expressivos sem a devida entrega dos serviços contratados. A Prefeitura teria liberado cerca de R$ 26 milhões antes da execução completa.

A apuração indica ainda que os pagamentos foram feitos com base em metas não cumpridas, o que reforça as suspeitas de irregularidades financeiras. A discrepância entre o que foi pago e o que foi efetivamente instalado é vista como um dos principais fatores que motivaram a operação policial.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Empresa britânica aponta os signos mais ricos do planeta e mostra um resultado inesperado

PRÓXIMO

5 hábitos simples ao volante que ajudam a economizar combustível e reduzir gastos

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se