• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
terça-feira, 16 de junho de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Economia

Pior que o esperado: varejo brasileiro sofre forte queda e preocupa mercado

Por Junior Melo
16/jun/2026
Em Economia
Pior que o esperado: varejo brasileiro sofre forte queda e preocupa mercado

Compras online - Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O varejo brasileiro registrou em abril a maior queda em quase quatro anos, com recuo de 1,5%, segundo dados do IBGE, em um cenário de juros altos e retração em setores estratégicos.

O que explica a queda de 1,5% no varejo brasileiro em abril?

A retração de 1,5% nas vendas do varejo em abril surpreendeu o mercado e marcou o primeiro resultado negativo do ano. Na comparação anual, houve alta de 1,0%, mas abaixo das expectativas.

O desempenho ficou distante das projeções da Reuters, que estimavam queda menor de 0,6% no mês. O resultado também foi o mais fraco desde junho de 2022, quando o recuo chegou a 2,8%.

Leia Também

Alta carga tributária no Brasil não se reflete em qualidade de vida e país tem pior desempenho em novo ranking

Abertura de capital da SpaceX pode transformar mais de 4 mil funcionários da empresa em milionários

Justiça libera audiência da ANP sobre preços abusivos dos combustíveis

Quais setores mais puxaram o resultado para baixo no período?

A maior pressão sobre o varejo veio de atividades ligadas a combustíveis e bens duráveis, que registraram quedas relevantes. O impacto foi disseminado entre diferentes segmentos do consumo.

Entre as oito atividades analisadas pelo IBGE, seis tiveram retração, evidenciando perda de fôlego do comércio. Os principais recuos foram:

  • Combustíveis e lubrificantes (-6,2%)
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-4,6%)
  • Equipamentos de informática e comunicação (-4,5%)
  • Móveis e eletrodomésticos (-0,8%)
  • Vestuário e calçados (-0,1%)
  • Artigos farmacêuticos e de perfumaria (-0,1%)

Onde o varejo conseguiu crescer mesmo com a desaceleração?

Apesar do cenário negativo, algumas atividades conseguiram avançar e evitar uma queda ainda maior no índice geral do comércio. O destaque veio de itens básicos de consumo.

Houve crescimento em setores ligados à alimentação e bens de menor volatilidade, que seguem sustentando parte da demanda interna. Entre os destaques positivos estão hiper e supermercados, com alta de 1,3%, e livros e papelaria, que cresceram 1,1%, indicando resiliência em categorias essenciais.

O que os dados do IBGE revelam sobre a tendência do consumo?

Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Cristiano Santos, o resultado reflete um ajuste após meses de alta consistente. O avanço anterior elevou o patamar do varejo a níveis recordes.

Esse movimento gerou um chamado efeito de base, no qual crescimentos anteriores dificultam novas altas expressivas no curto prazo. Assim, o setor passou a devolver parte dos ganhos recentes. Além disso, o primeiro trimestre ainda mostrou força, com o consumo das famílias crescendo 1,0%, segundo o PIB, indicando que a desaceleração pode ser mais técnica do que estrutural.

Como juros altos e inflação influenciam o varejo brasileiro?

O cenário macroeconômico segue sendo um dos principais fatores de pressão sobre o consumo das famílias. A taxa Selic elevada reduz o crédito e encarece o consumo parcelado.

Atualmente, a Selic está em 14,5%, em um ambiente de política monetária restritiva adotada pelo Banco Central para conter a inflação. Esse contexto se soma a outros fatores que afetam o poder de compra, como:

  • Crédito mais caro para famílias e empresas
  • Inflação pressionada por choques externos
  • Menor estímulo ao consumo de bens duráveis

O que pode acontecer com o varejo nos próximos meses?

A tendência do varejo dependerá do equilíbrio entre juros, renda e confiança do consumidor. O comportamento do crédito será um fator decisivo para os próximos resultados.

Com o Banco Central anunciando novas decisões sobre a Selic, o mercado acompanha se haverá manutenção ou mudanças na política monetária. Isso pode influenciar diretamente o ritmo do consumo no segundo semestre.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Abertura de capital da SpaceX pode transformar mais de 4 mil funcionários da empresa em milionários

PRÓXIMO

STF volta a analisar prisão do pai de Daniel Vorcaro após decisão de Gilmar Mendes

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se