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Início Tecnologia

Novo golpe no WhatsApp com fatura falsa engana vítimas e pode hackear totalmente dispositivos móveis; veja como se proteger

Por Junior Melo
29/jun/2026
Em Tecnologia
Novo golpe no WhatsApp com fatura falsa engana vítimas e pode hackear totalmente dispositivos móveis; veja como se proteger

Hacker - Créditos: depositphotos.com / REDPIXEL

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Um novo golpe digital identificado pela Kaspersky usa o WhatsApp e faturas falsas para enganar empresas e instalar malware em dispositivos corporativos. A ameaça já foi registrada em diversos países e mira principalmente setores financeiros e administrativos.

Como funciona golpe do WhatsApp com fatura falsa usado por hackers?

O golpe identificado pela empresa de cibersegurança Kaspersky envolve o envio de mensagens falsas de cobrança via WhatsApp. Os criminosos se passam por contatos conhecidos e enviam supostas faturas pendentes.

A estratégia explora a confiança entre funcionários e setores empresariais, aumentando as chances de abertura dos arquivos maliciosos enviados nas mensagens.

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Como criminosos usam contatos conhecidos para enganar empresas?

Os hackers utilizam uma tática de engenharia social para aumentar a credibilidade do ataque. As mensagens parecem vir de pessoas reais ou parceiros comerciais, o que reduz a desconfiança inicial.

Essa abordagem faz com que funcionários de áreas administrativas e financeiras sejam os principais alvos, já que lidam com pagamentos e documentos diariamente. Para entender melhor como o golpe se estrutura, veja os principais elementos usados pelos criminosos:

  • Mensagens enviadas por WhatsApp
  • Simulação de cobranças e faturas pendentes
  • Uso de contatos conhecidos ou clonados
  • Linguagem corporativa convincente
  • Anexos disfarçados de documentos legítimos

Por que arquivos VBScript são tão perigosos nesse ataque?

Os arquivos enviados pelos criminosos geralmente estão em formato VBScript, que permite a execução de comandos no Windows automaticamente. Ao abrir o documento, o código é executado sem necessidade de autorização adicional, o que facilita a infecção do sistema.

Esse tipo de arquivo pode instalar malware silenciosamente, dificultando a detecção por antivírus tradicionais e comprometendo a segurança da rede corporativa.

Como empresas podem se proteger do golpe do WhatsApp?

Especialistas recomendam medidas preventivas para reduzir o risco de infecção por esse tipo de ataque cibernético. A atenção aos arquivos recebidos é fundamental para evitar prejuízos. Entre as principais recomendações estão ações simples, mas eficazes para reforçar a segurança corporativa:

  • Confirmar faturas recebidas por outros canais oficiais
  • Evitar abrir anexos inesperados no WhatsApp
  • Bloquear extensões perigosas como .vbs, .exe e .js
  • Manter sistemas de segurança sempre atualizados
  • Utilizar soluções de monitoramento de rede corporativa

O que acontece após a infecção por malware nos dispositivos?

Depois de instalado, o malware permite que os criminosos assumam o controle total do dispositivo infectado. Isso pode ocorrer de forma remota e invisível para o usuário. Com acesso ao sistema, os hackers podem visualizar telas, roubar arquivos e monitorar atividades da empresa sem serem percebidos.

Além disso, a Kaspersky aponta que o ataque não se limita ao Brasil, já tendo sido identificado em países como Singapura, Taiwan, Vietnã e Malásia, indicando uma operação global organizada.

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