• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Donos da Copape dizem em delação que tiveram acesso a informações sigilosas de operações policiais

Por Junior Melo
22/jun/2026
Em Justiça
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Os empresários Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme Silva, conhecido como “Beto Louco”, foragidos há quase dez meses, afirmam em propostas de colaboração premiada que tiveram acesso antecipado a informações sigilosas de ao menos três grandes operações policiais que miraram o setor de combustíveis.

Segundo os documentos aos quais o Bastidor teve acesso, as operações citadas — Carbono Oculto, Tank e Quasar — foram deflagradas em 28 de agosto do ano passado.

A última informação da Polícia Federal é que os dois empresários estariam na Líbia. Eles tentaram firmar acordo de delação com o Ministério Público de São Paulo e com a Procuradoria-Geral da República, mas uma proposta anterior já havia sido rejeitada em maio por falta de elementos novos e por omissões consideradas relevantes para as investigações.

Leia Também

TSE rejeita recursos de Bolsonaro contra Lula e Alckmin em ações sobre eleições de 2022

PL avalia impacto de operação contra Jaques Wagner em pesquisa na Bahia e testa reflexos sobre Lula

Os dois motivos que mais irritaram Lula sobre o envolvimento de Jaques Wagner no caso Banco Master

Apesar disso, a dupla firmou acordo com o Ministério Público da Bahia, homologado pela 2ª Vara Criminal de Feira de Santana, e apresentou relatos que apontam um esquema que teria causado prejuízo de cerca de R$ 400 milhões aos cofres públicos, levando à deflagração da operação Khallas.

De acordo com as propostas de colaboração, o advogado Márcio Miranda Maia seria o responsável por antecipar informações sobre datas, alvos e detalhes das ações policiais. Ele também é acusado de operar o esquema ligado à Copape.

Os relatos indicam que o primeiro vazamento teria ocorrido em março de 2023, quando Maia teria informado aos empresários sobre a operação Cassiopéia, do Ministério Público de São Paulo e da Receita Federal, que mirava a chamada “máfia dos combustíveis”. A dupla afirma que deixou o país após o aviso e retornou posteriormente, confirmando que a operação ocorreu na data prevista.

Ainda segundo a delação, o advogado teria obtido as informações com o ex-auditor Eugênio Evandro Fernandes, então coordenador de auditores fiscais estaduais em Guarulhos.

Em 2025, os empresários afirmam ter recebido novos alertas sobre uma operação de grande porte no setor de combustíveis. Inicialmente prevista para 14 de agosto, a ação teria sido adiada para o dia 28 do mesmo mês, segundo os relatos, por questões operacionais da Polícia Federal.

Dois dias antes da deflagração, em 26 de agosto, o advogado teria enviado detalhes sobre os alvos das operações Carbono Oculto, Tank e Quasar. Questionado sobre a origem das informações, ele teria apontado um ex-auditor fiscal como fonte, que, por sua vez, indicaria um servidor ligado ao Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (Cira/SP), órgão que reúne representantes do Ministério Público, da Secretaria da Fazenda e da Procuradoria-Geral do Estado.

Os colaboradores afirmam ainda que, após os alertas, comunicaram outros envolvidos, dispensaram funcionários e fugiram, o que teria contribuído para o baixo número de prisões e apreensões realizadas durante as operações. Em diligências na região da Faria Lima, em São Paulo, foram encontrados poucos materiais considerados relevantes pelas autoridades.

Procuradas, as defesas dos investigados citados e dos supostos intermediários não comentaram o conteúdo das acusações. Os advogados de Mohamad e Beto Louco criticaram o vazamento das informações relacionadas às propostas de colaboração e não detalharam o conteúdo dos acordos.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

A cidade da Serra Gaúcha onde uma cascata de 131 metros divide o cenário com a catedral eleita uma das 7 maravilhas do Brasil

PRÓXIMO

PF extrai dados de segundo celular de Daniel Vorcaro em investigação da Operação Compliance Zero

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se