• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Queixa-crime contra Jair Bolsonaro será julgada pelo STF após decisão unânime da Corte

Por Junior Melo
30/abr/2026
Em Justiça
Queixa-crime contra Jair Bolsonaro será julgada pelo STF após decisão unânime da Corte

Cármen Lúcia - Foto: © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que vai analisar a queixa-crime apresentada contra Jair Bolsonaro por calúnia, em um caso envolvendo declarações feitas durante e após seu mandato presidencial.

O que o STF decidiu sobre a queixa-crime contra Jair Bolsonaro?

A Primeira Turma do STF reconheceu que a Corte tem competência para julgar a ação movida pela procuradora contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi unânime e acompanhou o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia.

O processo envolve uma acusação de calúnia, e a análise agora seguirá no próprio Supremo, que também definiu novas medidas processuais no andamento do caso.

Leia Também

Luana Piovani enfrenta denúncia no MPF após declaração sobre evangélicos: “Um ser desprezível”

Presidente eleito em 2026 poderá indicar quatro novos ministros do STF

Decisão de Toffoli anula atos da Lava Jato contra Alberto Youssef

Por que Cármen Lúcia mudou seu entendimento sobre o foro?

A ministra Cármen Lúcia revisou seu posicionamento anterior após uma mudança na jurisprudência do STF sobre o foro por prerrogativa de função. Em 2023, ela havia entendido que Bolsonaro não deveria ser julgado no Supremo após deixar a Presidência.

No entanto, a Corte consolidou em 2025 o entendimento de que autoridades continuam sob jurisdição do STF quando o fato investigado ocorreu durante o exercício do cargo, o que alterou o cenário jurídico do caso.

Qual é a origem da queixa-crime apresentada ao STF?

A ação foi apresentada pela procuradora-geral da República, Monique Cheker Mendes, que acusa Bolsonaro de ter feito declarações consideradas ofensivas à sua honra em uma entrevista. O episódio envolve uma investigação antiga e gerou a seguinte base da denúncia, segundo os autos do processo:

  • Acusação de que a procuradora teria forjado provas
  • Declarações relacionadas a um suposto caso ambiental de pesca em área protegida
  • Fatos ligados a uma investigação de 2012, quando Bolsonaro ainda era deputado federal

O que Jair Bolsonaro teria declarado no centro do processo?

As declarações de Bolsonaro teriam sido feitas em janeiro de 2022, durante entrevista ao programa da Jovem Pan, e são o principal ponto da queixa-crime analisada pela Corte.

Segundo a acusação, ele afirmou que a procuradora teria manipulado informações em uma investigação ambiental. Em suas palavras, Bolsonaro disse que teria sido alvo de uma suposta montagem de provas no processo.

O que o STF determinou após reconhecer a competência do caso?

Após decidir que o processo deve ser julgado pelo próprio Supremo, a Primeira Turma também definiu os próximos passos formais da ação. O objetivo é garantir o andamento regular do processo e abrir espaço para possível resolução consensual. Entre as medidas determinadas pelo STF estão:

  • Intimação de Jair Bolsonaro e da procuradora
  • Prazo de 10 dias para manifestação das partes
  • Avaliação sobre interesse em uma audiência de conciliação

O que muda com a decisão do STF no andamento do caso?

Com o reconhecimento da competência do STF, o caso passa a tramitar integralmente na Corte, sob relatoria da ministra Cármen Lúcia. Isso evita que o processo seja remetido a instâncias inferiores.

A decisão também reforça a aplicação do entendimento mais recente do Supremo sobre o foro especial, consolidando que fatos ocorridos durante o mandato permanecem sob sua jurisdição, mesmo após o término do cargo.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Nikolas Ferreira comenta decisão do Senado e aponta comportamento de “intimidação” de Jorge Messias

PRÓXIMO

Argentina, Turquia, Egito e Colômbia são os países onde o real mais valorizou em 2026 e já desbancaram a Disney

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se