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Início Policial

Operação da Polícia Federal é deflagrada e apura suspeita de esquema de venda de sentenças em Tribunal de Justiça

Por Junior Melo
01/abr/2026
Em Policial
Investigação revela esquema de lavagem de dinheiro ligado a políticos e facções que movimentou R$ 39 bilhões

Polícia Federal - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (1º/4) uma operação para investigar um suposto esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça do Maranhão, envolvendo suspeitas de corrupção e movimentações financeiras ilícitas.

O que é a Operação Inauditus e o que a Polícia Federal investiga?

Polícia Federal deflagrou a Operação Inauditus para apurar um suposto esquema de venda de decisões judiciais no Maranhão. A investigação mira suspeitas de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Segundo as apurações, o objetivo é esclarecer a existência de um sistema estruturado de favorecimento em processos judiciais. O caso envolve servidores, advogados e empresas que teriam atuado de forma coordenada.

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Como funcionaria o suposto esquema de venda de sentenças no TJ-MA?

As investigações apontam que o grupo utilizava mecanismos internos para acelerar ou direcionar decisões judiciais. Isso incluía celeridade seletiva, distribuição estratégica de processos e atuação conjunta de servidores.

Segundo a Polícia Federal, havia também indícios de movimentações financeiras suspeitas. Entre os pontos identificados, estão possíveis práticas usadas para ocultar a origem dos recursos ilícitos. Para facilitar o entendimento, a investigação descreve alguns elementos centrais do esquema:

  • Direcionamento de decisões judiciais
  • Celeridade seletiva em processos específicos
  • Distribuição por prevenção de forma irregular
  • Movimentações financeiras com possível triangulação
  • Indícios de ocultação de valores ilícitos

Quais medidas foram determinadas pelo STJ e pelo STF?

Superior Tribunal de Justiça expediu, a pedido da PF, 25 mandados de busca e apreensão e autorizou medidas cautelares mais amplas. A operação também contou com apoio do Judiciário para avançar sobre os investigados.

Entre as decisões, houve determinação de prisão da principal operadora do esquema, afastamento de servidores e bloqueio de bens que podem chegar a R$ 50 milhões. Além disso, foram impostas restrições para evitar interferências nas investigações, como proibição de contato entre os envolvidos e acesso a áreas do tribunal. Veja imagens da operação:

Ver essa foto no Instagram

Um post compartilhado por Polícia Federal no Maranhão (@pf.maranhao)

Quem foi atingido pela operação e quais locais foram investigados?

As medidas atingiram gabinetes do Tribunal de Justiça do Maranhão, além de escritórios de advocacia e empresas supostamente ligadas ao esquema. A ação buscou reunir provas documentais e digitais.

Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão. Também houve o afastamento de cinco servidores suspeitos de participação nas irregularidades.

Qual é a relação com ex-servidor do STJ investigado pelo caso?

Na semana anterior, a Polícia Federal já havia cumprido mandado contra Márcio José Toledo Pinto, ex-servidor do Supremo Tribunal Federal mencionado nas investigações e ligado a suspeitas de obstrução de justiça no mesmo contexto.

Ele foi demitido do Superior Tribunal de Justiça em razão de irregularidades administrativas e suspeitas de atuação indevida em diferentes gabinetes ao longo do tempo. A nova fase da investigação busca esclarecer se sua atuação teria relação com o esquema mais amplo de manipulação de decisões e possível venda de sentenças dentro do Judiciário.

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