O governo anunciou o início do estudo de viabilidade da Barragem de Castelo, projeto que busca reforçar a segurança hídrica e estimular o desenvolvimento regional no Piauí.
Como será o estudo da Barragem de Castelo?
O governo deu início ao processo de contratação de um estudo técnico para avaliar a viabilidade da construção da Barragem de Castelo. A iniciativa faz parte do planejamento estratégico de infraestrutura hídrica do estado.
O investimento previsto para esta etapa é de R$ 21,25 milhões, com financiamento garantido pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Atualmente, o processo de licitação segue em andamento.
Por que a construção é importante para a segurança hídrica do Piauí?
A proposta da barragem tem como principal objetivo ampliar a segurança hídrica em uma região marcada pela irregularidade das chuvas. O projeto será instalado sobre o Rio Poti, um dos mais importantes do estado.
Além de garantir maior estabilidade no abastecimento, a obra deve reduzir os impactos das estiagens prolongadas. Isso contribui diretamente para o fortalecimento da economia local e da produção agrícola.
Onde será construída a Barragem de Castelo?
A Barragem de Castelo será construída entre os municípios de Castelo do Piauí e Juazeiro do Piauí, em uma área estratégica para o abastecimento regional. A influência do empreendimento deve alcançar diversas cidades próximas, ampliando os benefícios sociais e econômicos. Entre os municípios atendidos estão:
- Juazeiro do Piauí
- Castelo do Piauí
- São João da Serra
- Alto Longá
- Prata do Piauí
- Beneditinos
- Buriti dos Montes
- São Miguel do Tapuio
Como será a gestão e financiamento do projeto?
O projeto será executado pelo Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi), em articulação com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Essa parceria busca garantir eficiência na execução. Veja os impactos financeiros:
Qual é a capacidade e o impacto esperado da Barragem de Castelo?
Segundo os dados preliminares, a barragem terá capacidade de armazenamento de aproximadamente 1,024 bilhão de metros cúbicos de água. Esse volume representa um reforço significativo para o sistema hídrico estadual.
Entre os principais impactos esperados estão a ampliação do abastecimento humano, o fortalecimento da agricultura e a atração de novos investimentos. A gestão eficiente desse recurso será fundamental para o desenvolvimento sustentável. Além disso, o projeto deve contribuir para reduzir os efeitos da seca na região, promovendo maior estabilidade econômica e social no interior do Piauí.