• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Decisão do STJ garante pensão vitalícia para filhos com deficiência mesmo após os 18 anos

Por Junior Melo
13/abr/2026
Em Justiça
Decisão do STJ garante pensão vitalícia para filhos com deficiência mesmo após os 18 anos

Justiça - Créditos: depositphotos.com / Kuzmafoto

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A decisão do STJ reforça um direito essencial para famílias brasileiras e traz mais segurança jurídica para pessoas com deficiência que dependem de apoio financeiro contínuo.

Filhos com deficiência têm direito à pensão vitalícia?

O entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirma que filhos com deficiência podem receber pensão alimentícia vitalícia, mesmo após completarem 18 anos. A decisão considera a incapacidade permanente para o trabalho como fator determinante.

Isso significa que a maioridade civil não encerra automaticamente a obrigação dos pais, desde que fique comprovada a dependência financeira e a impossibilidade de autossustento do beneficiário.

Leia Também

O que pode acontecer com a pena de Jair Bolsonaro após veto de Lula ser derrubado

Investigação contra advogado apontado como ‘figura instrumental’ de Vorcaro foi barrada por Toffoli

Avanço de investigação da Polícia Federal contra Lulinha gera preocupação no entorno de Lula

Por que a pensão não acaba aos 18 anos nesses casos?

A regra geral prevê o fim da pensão com a maioridade, mas o STJ destacou uma exceção importante: quando há necessidade contínua, o dever de sustento permanece. O critério principal deixa de ser a idade e passa a ser a condição do filho.

Segundo o tribunal, a pensão tem caráter assistencial e protetivo, voltado à garantia da subsistência. Assim, o vínculo jurídico se mantém enquanto persistir a vulnerabilidade da pessoa com deficiência.

Qual foi o entendimento da Terceira Turma do STJ?

O caso analisado envolveu um pai que tentou encerrar o pagamento ao filho após os 18 anos. A relatora, ministra Nancy Andrighi, destacou que a obrigação alimentar deve considerar a realidade concreta do dependente.

O colegiado concluiu que, em situações de incapacidade permanente, o dever dos pais se torna contínuo. A decisão cria um precedente relevante e fortalece a interpretação já prevista em leis brasileiras.

Quais leis garantem esse direito no Brasil?

A decisão está alinhada com normas constitucionais e legais que protegem pessoas com deficiência. Essas regras garantem o direito à dignidade e ao sustento adequado. Entre os principais fundamentos legais estão:

  • Constituição Federal, artigo 203, inciso V, que assegura proteção social
  • Código Civil, artigo 1.694, que mantém a obrigação alimentar enquanto houver necessidade
  • Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que garante direitos fundamentais

O que muda na prática para famílias e beneficiários?

Com essa decisão, os tribunais passam a adotar uma interpretação mais uniforme, reduzindo disputas judiciais sobre o fim da pensão. A medida traz mais previsibilidade para famílias em situação de vulnerabilidade.

Na prática, filhos com deficiência podem continuar recebendo o benefício de forma vitalícia, desde que apresentem comprovação por meio de laudos médicos, perícias ou documentos oficiais.

Quais os impactos da decisão na proteção social?

Especialistas consideram o entendimento um avanço importante no Direito de Família e Previdenciário, pois reconhece a realidade de quem depende de cuidados permanentes. A decisão reforça o princípio da solidariedade familiar.

Além disso, o STJ reconhece que o apoio financeiro vai além de uma obrigação legal, sendo essencial para garantir dignidade, inclusão e qualidade de vida às pessoas com deficiência.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Após anos de crise sob regime de Maduro, aeroporto da Venezuela volta a operar com força e anima economia

PRÓXIMO

Receita Federal faz alerta urgente que pode afetar milhões no Imposto de Renda 2026

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se