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Início Justiça

Corrida por delações pode deixar Vorcaro para trás

Por Junior Melo
29/abr/2026
Em Justiça
Corrida por delações pode deixar Vorcaro para trás

Daniel Vorcaro - Foto: Banco Master

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A possível delação premiada do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ganhou força nos bastidores e pode avançar antes mesmo do acordo em negociação envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A delação de Paulo Henrique Costa pode sair antes de Vorcaro?

A avaliação de fontes ligadas à investigação indica que o acordo de colaboração premiada de Paulo Henrique Costa pode ser concluído mais rapidamente que o de Daniel Vorcaro. Isso ocorre porque o escopo de atuação do ex-presidente do BRB seria mais restrito dentro do esquema investigado.

Além disso, investigadores acreditam que a menor complexidade do envolvimento de Costa pode facilitar a negociação, reduzindo o tempo necessário para validação das informações e cumprimento das exigências legais do acordo.

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Como o pedido ao STF reforça intenção de colaboração?

A defesa de Paulo Henrique Costa apresentou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, um pedido para que ele deixe o Complexo da Papuda. No documento, os advogados também sinalizam o interesse do ex-executivo em cooperar com as autoridades.

Os criminalistas Eugênio Aragão e Davi Tangerino destacaram que a formalização da delação ainda depende de fatores como a decisão do próprio investigado, análise dos órgãos responsáveis e atendimento aos requisitos previstos em lei.

Quais informações técnicas podem acelerar investigações?

A possível colaboração de Costa é vista como estratégica por investigadores, especialmente por seu conhecimento técnico sobre as operações envolvendo o BRB e o Banco Master. Ele poderia detalhar como funcionava o esquema investigado. Entre os pontos que podem ser esclarecidos estão:

  • Funcionamento da compra de carteiras supostamente fraudulentas
  • Participação de outros envolvidos no processo
  • Possível autorização de superiores hierárquicos
  • Estrutura interna das operações financeiras analisadas

Como a Operação Compliance Zero coloca Costa no centro do caso?

Paulo Henrique Costa foi preso em 16 de abril durante a quarta fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura um suposto esquema de fraude envolvendo valores bilionários.

Segundo as apurações, Costa teria recebido cerca de R$ 140 milhões de Daniel Vorcaro para viabilizar a negociação envolvendo o Banco Master e o BRB, instituição controlada pelo governo do Distrito Federal.

Como o inquérito do BRB é o mais avançado da investigação?

O inquérito que analisa as negociações entre o BRB e o Banco Master é considerado o mais adiantado entre os processos relacionados ao caso. Isso aumenta a relevância de uma eventual delação por parte do ex-presidente do banco.

A expectativa é que as informações fornecidas possam acelerar conclusões e até influenciar outras frentes da investigação, inclusive aquelas que envolvem diretamente Daniel Vorcaro e suas operações financeiras.

Qual o impacto da troca de defesa sobre o caso?

Após a prisão, Paulo Henrique Costa alterou sua equipe jurídica, substituindo o advogado anterior por Eugênio Aragão, com reforço de Davi Tangerino. A mudança é vista como parte da estratégia para avançar em um possível acordo.

Enquanto isso, a prisão do ex-presidente do BRB foi mantida por unanimidade pela Segunda Turma do STF, aumentando a pressão para que ele decida sobre a colaboração com as autoridades nos próximos passos do processo.

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