• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Geral

Justiça do Trabalho condena empresa em R$ 3.000 por assédio moral após supervisor chamar operador de “princesa” e “mulher”

Por Guilherme Silva
03/fev/2026
Em Geral
Justiça do Trabalho condena empresa em R$ 3.000 por assédio moral após supervisor chamar operador de "princesa" e "mulher"

Empresa é condenada por tolerar ofensas discriminatórias recorrentes no ambiente de trabalho

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Um operador de telemarketing garantiu na Justiça o direito a uma indenização por danos morais após sofrer assédio recorrente no trabalho. O supervisor utilizava termos pejorativos como “princesa” e “veado recalcado”, o que gerou a condenação da empresa em duas instâncias.

A empresa negou as acusações de assédio?

A corporação rejeitou a existência de perseguição e alegou desconhecer qualquer situação que gerasse constrangimento real ao funcionário. Segundo a defesa apresentada, a interação entre os envolvidos era amistosa e respeitava os limites profissionais.

Apesar da negativa, as provas documentais apresentadas pelo trabalhador foram suficientes para desmentir a versão da companhia. A justiça entendeu que a conduta ultrapassou a normalidade e feriu a honra do colaborador.

Leia Também

Golpe do Pix em idosa vira caso de Justiça no RJ e bancos são condenados a pagar R$ 25 mil

Fundada em 1750, essa cidade separada apenas por pontes da capital de SC está conquistando com qualidade de vida

Nova interdição na Rodovia Imigrantes para implantação de pedágio eletrônico Free Flow pode afetar milhares de motoristas

Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina
Mulher escrevendo e lendo com uma estátua da Justiça – Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

Como a justiça decidiu o valor da indenização?

O magistrado de primeira instância entendeu que os termos violaram a dignidade humana e configuraram discriminação com alto potencial ofensivo. A sentença inicial fixou o valor em R$ 6.000,00, responsabilizando a organização pelos atos do gestor.

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) reavaliou o caso após recurso e estabeleceu pontos cruciais para a sentença definitiva:

  • Manutenção do reconhecimento do dano moral por ofensa verbal
  • Redução da indenização para R$ 3.000,00 por proporcionalidade
  • Confirmação da responsabilidade objetiva da empresa pelo ambiente

Quais ofensas motivaram o processo trabalhista?

O autor relatou que o supervisor direto utilizava expressões discriminatórias e irônicas durante o expediente, expondo-o ao ridículo. A defesa comprovou que não havia liberdade, intimidade ou consentimento para esse tipo de tratamento humilhante.

Para sustentar a acusação, foram anexados ao processo áudios e capturas de tela que listavam os termos usados nas agressões verbais:

  • “Princesa”
  • “Mulher”
  • “Veado recalcado”

Quais lições esse caso deixa para o mercado?

O episódio reforça que ofensas com conotação discriminatória configuram assédio moral, independentemente do tom de “brincadeira” alegado pela chefia. A justiça não tolera a naturalização de apelidos pejorativos que ferem a honra do subordinado.

Empresas devem monitorar seus gestores, pois respondem civilmente pelos danos causados aos empregados no ambiente corporativo. A prova testemunhal e documental é essencial para garantir a reparação financeira por condutas abusivas.

Funcionária com dificuldades devido ao TDAH será indenizada após piadas e troféu ofensivo
Mulher sendo alvo de bully entre colegas de trabalho

Como garantir um ambiente de trabalho respeitoso?

Entenda que o respeito mútuo é a base de qualquer relação profissional e nenhuma hierarquia justifica o tratamento preconceituoso. Caso você enfrente situações similares, reúna evidências e busque orientação jurídica para proteger sua integridade mental e financeira.

A decisão judicial serve como alerta para que gestores repensem suas abordagens e eliminem vocabulários tóxicos da rotina. Valorize sua saúde emocional e não aceite a naturalização do desrespeito sob o pretexto de liberdade informal.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

A “Manchester Mineira” se destaca com educação de alto nível e tranquilidade digna para quem deseja viver bem

PRÓXIMO

Cânions, águas cristalinas e um clima místico colocam esse paraíso nordestino entre os mais surpreendentes

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se