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Jornalista Conrado Corsalette morre aos 47 anos em São Paulo

Por Junior Melo
08/jan/2026
Em Geral
Jornalista Conrado Corsalette morre aos 47 anos em São Paulo

Conrado Corsalette - Foto: Instagram

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O jornalista Conrado Corsalette morreu na madrugada desta quinta-feira (8/1), em São Paulo, aos 47 anos. A informação foi confirmada pelo jornal digital Poder360, onde ele atuava como secretário de Redação adjunto na sucursal paulistana, interrompendo a trajetória de um profissional reconhecido por sua atuação em redações relevantes do jornalismo brasileiro e em projetos nativos digitais, além de sua contribuição como autor e analista de política.

Quem foi Conrado Corsalette e qual sua trajetória no jornalismo?

Nascido em Santo Anastácio, no interior de São Paulo, Conrado Corsalette construiu carreira em veículos de grande circulação e em iniciativas digitais de referência. Ele deixa duas filhas, de 13 e 11 anos, e uma produção profissional marcada pela cobertura política e pelo jornalismo explicativo voltado à agenda pública.

O jornalista foi cofundador e editor-chefe do Nexo Jornal, um dos primeiros veículos nativos digitais do país a apostar em explicações aprofundadas. Também atuou em grandes redações paulistas, consolidando papel relevante na interpretação de temas políticos e no desenvolvimento de novos formatos de cobertura:

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  • Co-fundador e editor-chefe do Nexo Jornal;
  • Editor de Política do Estadão;
  • Editor adjunto de Cotidiano e repórter de Política na Folha de S.Paulo;
  • Repórter no Agora São Paulo;
  • Secretário de Redação adjunto no Poder360 em São Paulo.

Como ocorreu a morte de Conrado Corsalette em São Paulo?

A morte de Conrado Corsalette em São Paulo, aos 47 anos, repercutiu rapidamente entre profissionais da imprensa e pessoas ligadas ao noticiário político. Ele trabalhava no Poder360, veículo especializado em cobertura de política, onde coordenava equipes, ajudava a definir pautas e apoiava a linha editorial na sucursal paulistana.

Até a manhã desta quinta-feira, não haviam sido informados publicamente detalhes sobre as circunstâncias da morte, nem sobre velório e sepultamento. Redações e colegas aguardam manifestação da família ou de representantes oficiais, em respeito à privacidade dos parentes mais próximos e ao tempo necessário para a organização das despedidas.

Qual foi o papel de Conrado Corsalette em grandes redações brasileiras?

Ao longo da carreira, Conrado passou por redações como Folha de S.Paulo, Estadão, Agora São Paulo, Nexo Jornal e Poder360, dialogando com públicos distintos. Sua experiência combinou cobertura do cotidiano de cidades, bastidores de Brasília, disputas eleitorais e projetos digitais voltados à explicação de temas complexos.

Na Folha de S.Paulo, atuou como editor adjunto de Cotidiano e repórter de Política, cobrindo eleições, partidos e decisões de governo. No Estadão, foi editor de Política, função estratégica em um país com noticiário político intenso, e no Nexo Jornal ajudou a definir formato, linguagem e abordagem das reportagens em um modelo de jornalismo analítico.

Qual a importância do livro “Uma crise chamada Brasil” na carreira de Conrado Corsalette?

Além do trabalho em redações, Conrado Corsalette se destacou como autor com o livro “Uma crise chamada Brasil: a quebra da Nova República e a erupção da extrema direita”, lançado em 2023 pela Fósforo Editora. A obra analisa o período recente da política brasileira, marcado por crises institucionais, polarização e ascensão de grupos de extrema direita.

O livro reúne reportagens, análises e interpretações sobre a Nova República, ampliando o alcance de Conrado para além do noticiário diário. Com isso, ele consolida presença também no debate acadêmico e editorial, oferecendo uma leitura organizada sobre a crise política e o papel de instituições e da mídia no Brasil contemporâneo:

  • Contextualização histórica da Nova República;
  • Análise da crise política e institucional recente;
  • Exame da ascensão da extrema direita no Brasil;
  • Discussão sobre o papel das instituições e da mídia.

A morte de Conrado ocorre em um momento em que o jornalismo brasileiro enfrenta desafios de credibilidade, financiamento e adaptação tecnológica. Profissionais com experiência em redações tradicionais e em projetos digitais, como ele, são importantes na formação de equipes, na orientação editorial e na construção de modelos de jornalismo explicativo e analítico.

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