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Início Política

Corpo do último refém em Gaza é recuperado por Israel em operação

Por Junior Melo
27/jan/2026
Em Política
Corpo do último refém em Gaza é recuperado por Israel em operação

Israel - Créditos: depositphotos.com / leon63169.gmail.com

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O resgate dos restos mortais de Ran Gvili, anunciado pelo Exército de Israel nesta segunda-feira (26/1), encerra um capítulo aberto desde os ataques de 7 de outubro de 2023. O caso, considerado símbolo do sequestro de israelenses levados para a Faixa de Gaza pelo Hamas, marca a primeira vez desde 2014 em que não há reféns israelenses mantidos no enclave palestino, vivos ou mortos, e é apresentado como um marco no contexto do conflito e das negociações em torno do cessar-fogo e do plano de paz para Gaza.

Qual o impacto da recuperação do corpo do último refém em Gaza?

Segundo as Forças de Defesa de Israel (FDI), o policial Ran Gvili foi morto durante os ataques de 7 de outubro e seu corpo foi levado para Gaza, onde permaneceu até a operação de resgate. Desde então, ele era listado como o último refém israelense ainda mantido no território, ainda que já fosse considerado morto pelas autoridades, o que ampliava a pressão interna sobre o governo.

A identificação do corpo foi feita pelo Centro Nacional de Medicina Legal de Israel, em cooperação com a Polícia israelense e o Rabinato Militar. Apenas após esse processo técnico e religioso a família foi oficialmente informada, e os restos mortais liberados para sepultamento, em um procedimento padrão em casos de vítimas de conflito com longo intervalo entre morte e localização do corpo. Veja a publicação:

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The deceased hostage SFC Ran Gvili has been identified and will be returned for burial.

According to the information and intelligence available to us, SFC Ran Gvili, 24, who served in the Israeli Police Special Forces, fell in combat on the morning of Oct. 7, 2023, and his body… https://t.co/K4vFVsF60r pic.twitter.com/TN2CWMpKEM

— Israel Defense Forces (@IDF) January 26, 2026

Qual é o impacto político do caso?

Do ponto de vista político, a recuperação do último refém morto em Gaza afeta diretamente compromissos assumidos por Israel em negociações recentes. O governo havia condicionado a abertura total da passagem de Rafah e o avanço para a segunda fase do plano de paz na Faixa de Gaza à devolução de todos os reféns, tanto vivos quanto mortos, apresentados como pré-requisito central.

Ao declarar que não há mais israelenses em cativeiro no território palestino, Israel sinaliza ao Egito, aos mediadores internacionais e à comunidade internacional que esse requisito foi cumprido. Interlocutores regionais agora observam se o país irá flexibilizar de fato o controle em Rafah e acelerar a implementação das etapas previstas no plano, enquanto permanece em aberto a questão dos palestinos detidos por Israel.

Qual é o papel dos reféns no plano de paz em Gaza?

A questão dos reféns israelenses esteve no centro das discussões sobre cessar-fogo e sobre qualquer acordo político envolvendo Gaza desde 2023.

Israel vinculou explicitamente três pontos principais à situação dos reféns, o que ajudou a estruturar negociações e linhas vermelhas nas conversas com mediadores regionais e potências globais:

  • Abertura total da passagem de Rafah, importante para o fluxo de ajuda humanitária e de pessoas;
  • Transição para a segunda fase do plano de paz, voltada à redução gradual das operações militares em Gaza;
  • Reorganização da segurança na região, incluindo possíveis arranjos com presença e mediação internacional.

Como o cessar-fogo e a pressão internacional influenciaram o caso?

O cessar-fogo entre Israel e Hamas foi alcançado em outubro, após forte pressão de potências regionais e da administração Trump, nos Estados Unidos. O acordo foi apresentado como um primeiro passo em direção a uma “paz forte, duradoura e eterna”, com previsão de redução de ataques, negociação sobre reféns e abertura gradual de pontos de passagem para auxílio humanitário.

A recuperação do corpo do último refém em Gaza ocorre nesse ambiente de trégua negociada, em que Egito, Catar e Jordânia mantêm canais paralelos de diálogo. Nos bastidores, esses mediadores atuam para destravar temas sensíveis, como trocas de prisioneiros, garantias de segurança em áreas civis e aumento da ajuda humanitária, elementos vistos como fundamentais para manter o cessar-fogo.

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