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Obras de R$ 933 bilhões avançam para criar a maior hidrelétrica do planeta com potencial para gerar 70 gigawatts de eletricidade

Por Felipe Dantas
27/nov/2025
Em Geral
Construção da maior hidrelétrica do mundo avança e obras de R$ 933 bilhões prometem mudar o cenário energético e geopolítico global

Mega-hidrelétrica no Tibete - Créditos: depositphotos.com / VogelSP

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A China iniciou a construção de uma gigantesca usina hidrelétrica no Tibete, localizada no trecho inferior do Rio Yarlung Tsangpo. Este megaprojeto, avaliado em 1,2 trilhão de yuans (aproximadamente 167 bilhões de dólares e R$ 933 bilhões), é comandado pela China Yajiang Group, empresa criada especialmente para essa finalidade. A hidrelétrica terá cinco barragens em cascata na cidade de Nyingchi, sudeste da região autônoma do Tibete, visando suprir a crescente demanda energética da China e podendo superar a Usina de Três Gargantas como maior do mundo.

Por que a Índia está preocupada com a construção da hidrelétrica?

A construção da usina chinesa tem gerado apreensão na Índia, pois o Rio Yarlung Tsangpo cruza uma área de disputa territorial entre os dois países, em Arunachal Pradesh. Mudanças no fluxo do rio podem afetar gravemente o abastecimento de água indiano, elevando as tensões diplomáticas na região.

Outro ponto de preocupação está na ausência de detalhes técnicos nas promessas chinesas de evitar prejuízos ao lado indiano, o que alimenta incertezas quanto ao futuro do abastecimento e à segurança hídrica local.

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Obras de R$ 933 bilhões avançam para criar a maior hidrelétrica do planeta com potencial para gerar 70 gigawatts de eletricidade
Rio Yarlung Tsangpo – Créditos: depositphotos.com / VogelSP

Quais são os riscos ambientais do projeto hidrelétrico chinês no Tibete?

Uma das maiores críticas ao projeto é o impacto ambiental, pois a região do desfiladeiro onde será construída é ecologicamente sensível e rica em biodiversidade. Alterar o curso do rio pode causar danos irreversíveis aos ecossistemas únicos desse local.

Ecologistas alertam para o risco de perda de espécies e degradação de reservas naturais ao longo dos 50 quilômetros de forte declive do rio. Para melhor compreensão das preocupações ambientais, destacam-se alguns pontos principais:

  • Perda de habitats de espécies endêmicas e ameaçadas;
  • Alteração drástica do fluxo natural do rio, prejudicando a fauna aquática;
  • Possíveis mudanças microclimáticas e impactos cumulativos na região.

Quais são os desafios logísticos enfrentados pela obra da usina hidroelétrica?

A construção dessa usina requer logística avançada e infraestrutura robusta, já que o transporte de equipamentos para a área remota do Tibete é um dos principais obstáculos. O local apresenta terreno montanhoso e condições extremas, que dificultam cada etapa do empreendimento.

A engenharia para conter as águas do rio e edificá-lo passa ainda por exigência de tecnologia de ponta e gestão eficiente, reforçando a necessidade de planos detalhados para garantir segurança, viabilidade e respeito ao meio ambiente. Veja as características da usina no vídeo divulgado pelo perfil @hein.construcao via TikTok:

@hein.construcao 🌊⚡ A China iniciou no Tibete a construção da maior hidrelétrica do planeta! Com potencial 4x maior que Itaipu, promete gerar energia limpa para milhões. Será este um marco para o futuro sustentável? 🌍💚 #EnergiaLimpa #EngenhariaCivil #Hidrelétrica #China #Sustentabilidade ♬ CHINA – Sand

Quais as características e benefícios econômicos com a megahidrelétrica?

Mesmo em meio a controvérsias, o projeto promete transformar a infraestrutura energética da China. Com capacidade para produzir até 70 gigawatts, a usina poderá impulsionar o fornecimento de eletricidade, superar a produção de Três Gargantas e fortalecer o desenvolvimento regional.

Além de melhorar o suprimento energético, a obra apoia o plano de reativação econômica chinês com projetos de infraestrutura. A iniciativa também se encaixa na busca por energia limpa e redução da dependência de combustíveis fósseis, em sintonia com objetivos globais de sustentabilidade. Veja os detalhes do projeto:

ItemDetalhes / projeção
LocalizaçãoTrecho inferior do Yarlung Tsangpo, próximo à região de Mêdog (Medog County), no Tibete Autônomo da China.
Topografia / queda do rioTrecho em que o rio cai cerca de 2.000 metros em apenas 50 km, o que oferece imenso potencial de geração de energia.
Estrutura do projetoO plano contempla múltiplas (cascade) estações hidrelétricas, cinco usinas em cascata ao longo do trecho.
Capacidade instalada estimada~ 70 gigawatts (GW), ou seja, cerca de 70.000 megawatts.
Produção anual estimada~ 300 bilhões de kWh/ano (300 TWh/ano).
Investimento estimadoInvestimento superior a 1 trilhão de yuans (≈ US$ 137 a 167 bilhões).
Objetivo / funçãoGeração de energia elétrica em grande escala para abastecer o Tibete e principalmente regiões mais industrializadas da China, integrando-se à rede nacional.
Justificativa estratégica (China)Aproveitamento do enorme, e amplamente inexplorado, potencial hidrelétrico do Planalto Tibetano; apoio à transição energética e redução da dependência de combustíveis fósseis.

FAQ sobre a usina hidrelétrica no Tibete

  • Como esta usina afetará o ecossistema local? O impacto potencial no ecossistema continua sendo avaliado, mas há preocupações sobre a perda de biodiversidade e alterações nas reservas naturais devido aos ajustes no fluxo do rio.
  • Quais benefícios econômicos a usina poderá trazer para o Tibete? O projeto promete impulsionar a economia local por meio de empregos e melhorias na infraestrutura, além de favorecer outros setores econômicos regionais.
  • Existem precedentes para projetos dessa magnitude? A China já conduziu projetos hidrelétricos de grande escala, como a Usina de Três Gargantas, que trouxe aprendizados em engenharia e gestão ambiental.
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