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Greve nacional! Entregadores de apps param hoje em todo o Brasil

Por Felipe Dantas
31/mar/2025
Em Geral
iFood reage após greve dos entregadores de aplicativos

Entregador de app - Créditos: depositphotos.com / DragonImages

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Os entregadores de aplicativos de entrega de comida e outros serviços no Brasil anunciaram uma paralisação de dois dias, começando nesta segunda-feira (31/3) até a próxima terça-feira (1/4). O movimento, conhecido como “Breque dos APPs“, é liderado por entregadores em São Paulo e conta com o apoio de organizações como o Movimento VAT-SP e a Minha Sampa.

Os trabalhadores reivindicam melhores condições de trabalho, incluindo um pagamento mínimo de R$ 10 por entrega e R$ 2,50 por quilômetro rodado. Além disso, pedem limites de 3 quilômetros para entregas realizadas com bicicletas e o fim do agrupamento de corridas sem compensação financeira adequada.

Greve nacional! Entregadores de apps param hoje em todo o Brasil
iFood – Créditos: depositphotos.com / casadaphotoon the motorcycle delivers food to customers.

Quais são as principais reivindicações dos entregadores?

Os entregadores argumentam que o modelo de trabalho atual é precarizado e explorador, destacando que suas condições são semelhantes às de outros trabalhadores que enfrentam longas jornadas, como aqueles sob o regime CLT. Entre as principais reivindicações estão:

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  • Pagamento mínimo de R$ 10 por entrega.
  • Compensação de R$ 2,50 por quilômetro rodado.
  • Limite de 3 quilômetros para entregas com bicicletas.
  • Fim do agrupamento de corridas sem compensação financeira.

Como as empresas de aplicativos estão respondendo?

A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa empresas como 99, iFood e Uber, declarou que respeita o direito de manifestação dos entregadores e mantém canais de diálogo abertos. A associação também divulgou dados do Cebrap, indicando um aumento de 5% na renda média dos entregadores entre 2023 e 2024, atingindo R$ 31,33 por hora trabalhada.

A Amobitec defende a regulamentação do trabalho por aplicativos, visando a proteção social dos trabalhadores e a segurança jurídica das atividades. No entanto, a paralisação pode causar atrasos e transtornos nos serviços de entrega, especialmente em São Paulo.

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Qual é o impacto esperado da paralisação?

A adesão à greve é difícil de ser rastreada, pois o trabalho dos entregadores é autônomo. Apesar disso, espera-se que a paralisação cause atrasos nos serviços de entrega em várias regiões. A CNN entrou em contato com os aplicativos para verificar se houve registro de falta de entregadores, mas ainda não obteve resposta.

  • Atrasos e indisponibilidade de entregas: A principal consequência será a dificuldade ou impossibilidade de receber pedidos de comida, compras de mercado e outros produtos entregues por aplicativos.
  • Impacto no comércio: Restaurantes, supermercados e outras empresas que dependem dos aplicativos de entrega podem sofrer perdas financeiras devido à diminuição nas vendas.
  • Preocupação com a segurança: A paralisação também levanta questões sobre a segurança dos entregadores, que muitas vezes trabalham em condições precárias e estão expostos a riscos.
  • Discussão sobre direitos trabalhistas: A greve coloca em pauta a discussão sobre os direitos trabalhistas dos entregadores de aplicativo, incluindo questões como remuneração justa, seguro contra acidentes e reconhecimento do vínculo empregatício.

A paralisação é motivada por diversas reivindicações da categoria, incluindo:

  • Aumento do valor das taxas de entrega.
  • Melhores condições de trabalho.
  • Maior segurança para os entregadores.
  • Reconhecimento dos direitos trabalhistas.

O Movimento VAT-SP também convocou um ato para o dia 1º de maio na Avenida Paulista, com foco no fim da escala 61 e na busca por uma vida além do trabalho. Para o dia 2 de maio, está prevista uma greve geral, chamada de “feriadão”, com o objetivo de pressionar por mudanças nas condições de trabalho.

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