• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
sábado, 18 de julho de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Legislando: Ala do STF analisa mudanças no “orçamento secreto” para que não tenha efeitos retroativos

Por Terra Brasil
04/dez/2022
Em Justiça
EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Foto: REUTERS/Adriano Machado.

Uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) não vê espaço para declarar a inconstitucionalidade do chamado orçamento secreto e trabalha com uma modulação para 2023. Presidente do STF e relatora das ações, a ministra Rosa Weber liberou o caso para julgamento na noite desta quinta-feira (1º).

Embora a ministra não tenha definido a data do julgamento, a CNN apurou que ele pode ocorrer no dia 7 ou no dia 14.

Leia Também

Moraes mantém Bolsonaro em prisão domiciliar, mas impõe novas restrições

Justiça mantém decisão que livrou Nikolas Ferreira de condenação por transfobia na Câmara

Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro à PF em investigação por suposta calúnia contra Lula

Ministros ouvidos em caráter reservado disseram que, se a Corte optar por derrubar a legalidade do pagamento das emendas de relator, vai se criar um imbróglio em relação a tudo que já foi empenhado e, porventura, executado.

Outros ministros entendem que, apesar de a declaração de inconstitucionalidade ter efeitos retroativos, o Supremo pode excepcionalizar a regra por segurança jurídica. É a chamada “modulação de efeitos”.

A avaliação comum entre esses magistrados é a de que qualquer que seja o caminho escolhido pelo plenário não haverá retroatividade e que o melhor desenho será o Supremo estabelecer critérios para o orçamento secreto a partir do ano que vem —como maior transparência em relação ao pagamento dessas emendas.

Em novembro do ano passado, quando o Supremo votou pela suspensão do orçamento secreto, o ministro Gilmar Mendes foi voto vencido ao não acompanhar a maioria do plenário. O decano defendeu que o congelamento dessas despesas poderia afetar setores essenciais, como a saúde e a educação.

À época, o ministro votou por maior transparência no pagamento das emendas, mas citou dados da Secretaria de Orçamento do Ministério da Economia, que apontavam, até aquele momento, um gasto de R$ 16,8 bilhões com as emendas de relator.

O governo, segundo o ministro, já teria ancorado a verba ao “recebimento de propostas para a realização de convênios, contratos de repasse ou até mesmo iniciado ou concluído processos licitatórios”.

“São recursos destinados à construção de hospitais, à ampliação de postos de atendimento ou a quaisquer outras finalidades de despesa primária que podem ser destinados a todas as unidades federativas nacionais e que terão sua execução simplesmente paralisada até o julgamento de mérito desta ADPF.”

Créditos: CNN.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

FAB e Exército fazem teste de carregamento de blindados 4×4 no Embraer KC-390; VEJA IMAGENS

PRÓXIMO

Lula avalia semana que vem proposta para ter até 13 ministros a mais que Bolsonaro

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se