A cantora e compositora Dolly Parton morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos. A morte da artista foi confirmada pela família em um vídeo publicado nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada até o momento.
No comunicado, o sobrinho da artista, Bryan Seaver, afirmou que Dolly confiou à família a missão de preservar seu legado. Segundo ele, todos trabalharão para manter viva a memória da cantora e o impacto de sua trajetória.
Em um vídeo, Seaver contou que Dolly era uma fazendeira, assim como o pai, e que tinha uma forte ligação com a terra. Ele também relatou um pedido feito pela artista antes da morte, de que pudesse descansar confortavelmente após uma vida dedicada ao trabalho.
Dolly Parton nasceu em 19 de janeiro de 1946, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos. Criada em uma família numerosa e de origem humilde, ela construiu uma das carreiras mais bem-sucedidas da história da música country.
Ao longo de quase seis décadas de carreira, Dolly escreveu cerca de 3 mil músicas e vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo. Entre seus maiores sucessos estão “Jolene”, “I Will Always Love You” e “9 to 5”.
“I Will Always Love You” ganhou enorme projeção internacional na voz de Whitney Houston, que gravou uma versão da composição para a trilha sonora do filme O Guarda-Costas, transformando a música em um dos maiores sucessos da década de 1990.
Carreira no cinema
Além da música, Dolly Parton também se destacou como atriz. Ela participou de filmes como Como Eliminar seu Chefe (9 to 5), Flores de Aço (Steel Magnolias) e Miss Simpatia 2: Armada e Poderosa.
A artista também se tornou empresária e filantropa. Entre seus projetos mais conhecidos está a Imagination Library, iniciativa voltada à distribuição de livros para crianças.
Dolly recebeu 11 prêmios Grammy e foi incluída no Rock and Roll Hall of Fame em 2022, consolidando sua posição como uma das figuras mais importantes da música americana.
A morte ocorre pouco depois de a cantora ter compartilhado atualizações sobre sua saúde. Na segunda-feira (24), um dia antes da confirmação da morte, ela ainda havia sido notícia após falar sobre problemas de saúde e planos para o futuro.
Dolly Parton deixa um legado que ultrapassa a música country, com influência no cinema, na cultura popular e em projetos sociais. Sua obra atravessou gerações e conquistou fãs em diferentes partes do mundo.
