A cidade de Pinhalzinho, no Oeste de Santa Catarina, decretou estado de emergência após enfrentar escassez de combustível. A medida busca garantir o funcionamento de serviços essenciais diante da crise.
Por que Pinhalzinho decretou estado de emergência?
A prefeitura tomou a decisão após identificar uma grave falta de combustível que compromete o funcionamento da máquina pública. O decreto foi publicado na quarta-feira (18/3) e já está em vigor.
A situação é considerada crítica pela gestão municipal, que busca evitar a paralisação de serviços fundamentais enquanto o abastecimento não é normalizado na região.
Quais serviços terão prioridade no abastecimento?
Com a restrição imposta, apenas setores considerados essenciais terão acesso garantido ao combustível disponível no município. A medida visa preservar recursos limitados. Entre os serviços que continuam sendo atendidos, estão:
- Saúde
- Segurança pública
Outras áreas da administração devem reduzir o uso de veículos para evitar o esgotamento do combustível.
Como funciona a reserva de combustível no município?
O decreto também estabelece regras para fornecedores locais, obrigando a reserva de parte do estoque disponível. A intenção é garantir o funcionamento contínuo dos serviços prioritários.
Pelo menos 10% da capacidade total de armazenamento deve ser mantida para atender setores essenciais, evitando um colapso completo nos atendimentos à população.
Quais setores essenciais serão atendidos com a reserva?
A reserva obrigatória será direcionada para áreas estratégicas que não podem sofrer interrupções, mesmo diante da crise de abastecimento. Entre os setores contemplados estão:
- Educação
- Assistência social
- Segurança pública
- Corpo de Bombeiros
- Defesa Civil
Essa medida busca assegurar a continuidade dos serviços básicos enquanto a situação não é regularizada.
O que a prefeitura está fazendo para normalizar a situação?
A administração municipal autorizou a mobilização de todos os órgãos públicos, que passam a atuar sob coordenação da Defesa Civil. O objetivo é acelerar a resposta à crise.
As ações são voltadas para reduzir impactos e restabelecer a normalidade dos serviços o mais rápido possível, enquanto o município segue monitorando o cenário de abastecimento.