Uma nova rodovia planejada para o litoral de Santa Catarina promete reduzir drasticamente o tempo de viagem entre cidades estratégicas, caindo de mais de três horas para cerca de 60 minutos.
Como será a rodovia Via Mar e por que ela foi criada?
A Via Mar surge como uma alternativa moderna à BR-101, rodovia marcada por congestionamentos frequentes e alto fluxo, especialmente na alta temporada. O projeto busca oferecer uma rota mais eficiente e direta.
Com isso, a proposta pretende melhorar a mobilidade regional e reduzir o tempo de deslocamento entre o norte do estado e a Grande Florianópolis, beneficiando motoristas e o transporte de cargas.
Como será a estrutura da nova rodovia?
A nova estrada terá cerca de 145 quilômetros de extensão, ligando Joinville ao contorno viário da capital, com padrão elevado de infraestrutura e foco em desempenho. Veja as características da nova rodovia:
Quais cidades serão beneficiadas pela Via Mar?
O traçado da estrada foi planejado para passar por regiões estratégicas, conectando áreas industriais, portuárias e turísticas de Santa Catarina. Entre as principais cidades atendidas pelo projeto estão:
- Joinville
- Guaramirim
- Massaranduba
- São João do Itaperiú
- Navegantes
- Itajaí
Esses municípios concentram atividades econômicas importantes, o que reforça o impacto positivo da nova rodovia na região.
Como será a divisão das obras da Via Mar?
A construção da rodovia será feita em etapas, permitindo que os trabalhos avancem de forma organizada e conforme a liberação de recursos ao longo do projeto.
O primeiro lote terá cerca de 26,85 km, ligando Joinville a Guaramirim, com pontes e viadutos. Outros trechos incluem ligações até São João do Itaperiú, Navegantes e Itajaí, com novas estruturas viárias. Veja detalhes do projeto no vídeo divulgado pela Governo de Santa Catarina:
Quando começam as obras e qual o investimento previsto?
O governo de Santa Catarina prevê iniciar as obras ainda no primeiro semestre de 2026, após a conclusão dos projetos executivos da rodovia.
O investimento inicial será de aproximadamente R$ 1 bilhão e total previsto em R$ 7,5 bilhões, com etapas futuras viabilizadas por parcerias público-privadas (PPPs), incluindo a operação com pedágios para retorno financeiro.