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Alerta do Ministério da Saúde em mais de 8 estados incluindo: SC, PR, RS, SP, RJ, MG, RO e DF após registros de novos casos de varíola dos macacos

Por Yudi Soares
03/mar/2026
Em Geral
Alerta do Ministério da Saúde em mais de 8 estados incluindo: SC, PR, RS, SP, RJ, MG, RO e DF após registros de novos casos de varíola dos macacos

Novo surto de mpox no Brasil

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O aumento de casos de mpox no Brasil acendeu um novo alerta na saúde pública e levou oito estados e o Distrito Federal a reforçarem a vigilância epidemiológica. Relatórios oficiais já confirmam dezenas de infectados e centenas de notificações suspeitas sob investigação rigorosa. Com a circulação viral em áreas urbanas, entender a doença deixou de ser apenas informação tornou-se uma necessidade para proteger você e sua família.

Como está o surto de mpox no Brasil?

De acordo com o Ministério da Saúde, São Paulo concentra o maior número de notificações oficiais, com o Rio de Janeiro na sequência. Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia e Goiás também intensificaram as ações de vigilância.

As autoridades reforçam que a prioridade é identificar com agilidade os focos em áreas urbanas, interrompendo a disseminação do vírus. O Sistema Único de Saúde permanece estruturado para realizar diagnósticos e adotar, quando necessário, as medidas adequadas de isolamento.

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O que é mpox e como ocorre a transmissão do vírus?

A mpox, também chamada de varíola dos macacos, é uma doença infecciosa causada por um vírus da mesma família da antiga varíola humana, mas com características próprias de disseminação e evolução clínica.

O vírus se propaga principalmente por contato direto com lesões na pele ou mucosas de pessoas infectadas, além de fluidos corporais, gotículas respiratórias em proximidade física e objetos contaminados, como roupas de cama, toalhas e utensílios pessoais.

O período de incubação costuma variar de 3 a 21 dias após a exposição ao agente, fase em que a pessoa geralmente não apresenta manifestações visíveis.

O risco de transmissão é maior em situações de contato intenso, como relações íntimas, compartilhamento prolongado de espaços fechados e uso conjunto de itens pessoais, o que exige vigilância de contatos próximos de casos confirmados.

Alerta do Ministério da Saúde em mais de 8 estados incluindo: SC, PR, RS, SP, RJ, MG, RO e DF após registros de novos casos de varíola dos macacos
Novos casos de varíola dos macacos no Brasil

Quais são os principais sintomas de mpox?

Os sintomas de mpox geralmente começam de forma súbita, lembrando um quadro viral comum, com febre, mal-estar intenso e dores no corpo antes do surgimento das lesões na pele.

A evolução segue uma sequência em que sinais gerais aparecem primeiro, seguidos por erupções que podem surgir em diferentes partes do corpo, às vezes concentradas em região genital ou perianal.

Essas manifestações clínicas costumam durar algumas semanas e variam em intensidade, podendo ser mais leves em pessoas previamente vacinadas contra varíola ou mais intensas em indivíduos imunossuprimidos. A fase contagiosa se estende até a completa cicatrização das feridas, momento em que crostas se desprendem e a pele se recompõe sem secreções.

Confira em seguida um vídeo do canal do Olá, Ciência! (canal de divulgação científica do Lucas Zanandrez: Biomédico, Mestre em Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual), que já conta com mais de 2 milhões e 500 mil inscritos no Youtube, sobre o caso do surto de mpox no Brasil:

Como identificar um caso suspeito de mpox?

Um caso suspeito de mpox é, em geral, definido pela combinação de sintomas compatíveis e histórico de exposição recente, como contato íntimo ou convivência próxima com pessoas adoecidas.

A presença de febre seguida de erupções cutâneas de evolução progressiva é um alerta importante para busca imediata de avaliação médica e realização de testes específicos.

Para facilitar a triagem clínica e o encaminhamento adequado, os serviços de saúde são orientados a observar alguns pontos-chave na anamnese e no exame físico dos pacientes:

Sinais clínicos e fatores de exposição a observar

Identificar precocemente sintomas e histórico de contato pode facilitar a orientação médica adequada.

Início súbito de febre e sintomas gerais Febre, mal-estar e dor muscular sem outra causa aparente podem indicar quadro infeccioso em fase inicial.
Aparecimento rápido de lesões na pele Lesões cutâneas surgindo poucos dias após os primeiros sintomas sistêmicos merecem atenção clínica.
Contato próximo recente Histórico de convivência com pessoa diagnosticada ou com quadro semelhante aumenta a suspeita de exposição.
Compartilhamento de objetos pessoais Uso compartilhado de roupas de cama, toalhas ou objetos pode facilitar transmissão em alguns contextos.
Importante: em caso de sintomas ou suspeita de exposição, procure avaliação profissional para orientação adequada.

Quais medidas de prevenção ajudam a reduzir o risco de mpox

A prevenção da mpox baseia-se na redução do contato com lesões infecciosas, fluidos corporais e materiais contaminados, especialmente em contextos de maior circulação do vírus.

Pequenas mudanças de hábito podem ter impacto significativo na proteção individual e coletiva, principalmente em ambientes de convivência intensa, como domicílios, locais de trabalho e eventos com aglomeração.

Entre as principais ações de prevenção recomendadas pelas autoridades sanitárias, destacam-se cuidados cotidianos que podem ser incorporados à rotina de forma simples e contínua:

  • Evitar contato íntimo ou pele a pele com pessoas que apresentem lesões suspeitas, feridas abertas ou diagnóstico confirmado;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas de cama, roupas íntimas, aparelhos de barbear e itens de higiene;
  • Higienizar as mãos com frequência com água e sabão ou álcool em gel, sobretudo após contato com superfícies comuns;
  • Observar sinais de doença em parceiros íntimos e contatos próximos, buscando orientação médica em caso de sintomas;
  • Seguir orientações oficiais sobre isolamento de casos confirmados e limpeza de ambientes potencialmente contaminados.

Como funciona o tratamento e o acompanhamento de casos de mpox

O tratamento da mpox é voltado principalmente para o alívio dos sintomas e a proteção da pessoa afetada até a recuperação completa, com uso de medicações para febre e dor, hidratação adequada e cuidados com a pele para evitar infecções secundárias.

O acompanhamento médico permite monitorar a evolução do quadro, orientar curativos e identificar sinais de complicação, como dor intensa, infecção bacteriana das lesões ou comprometimento de mucosas.

Em casos graves ou em pacientes com maior risco de desfechos desfavoráveis, como imunossuprimidos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas descompensadas, podem ser utilizados antivirais específicos, como o Tecovirimat, seguindo protocolos definidos em serviços de referência.

O isolamento até a cicatrização das lesões, aliado à higienização de roupas e superfícies, é essencial para interromper cadeias de transmissão e reduzir o impacto da mpox no cotidiano das cidades brasileiras.

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