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Anvisa suspende marcas de cafés populares após apontar riscos à saúde dos consumidores

Por Larissa Hisashi
27/fev/2026
Em Geral
Anvisa suspende marcas de cafés populares após apontar riscos à saúde dos consumidores

Fiscalização da Anvisa no café está mais rigorosa em 2026

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O café está presente no dia a dia de grande parte da população brasileira, seja no início da manhã, em pausas durante o trabalho ou em encontros informais. Além do aspecto cultural, a bebida envolve uma cadeia produtiva extensa, que começa na lavoura e termina nas prateleiras do comércio, exigindo forte fiscalização de qualidade para proteção da saúde pública e confiança de quem consome o café regularmente.

O que é a fiscalização da Anvisa sobre o café?

A fiscalização da Anvisa sobre o café envolve ações para garantir que o produto chegue ao mercado dentro de padrões mínimos de segurança e qualidade sanitária. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária define limites para substâncias químicas e microbiológicas, regras de rotulagem e boas práticas de fabricação para indústrias de torrefação, moagem e envase.

Essas normas visam evitar riscos como microrganismos acima do permitido, resíduos químicos em níveis inadequados, fraudes na composição ou informações confusas no rótulo. Quando surgem indícios de irregularidades, podem ocorrer coleta de amostras, análises laboratoriais e medidas administrativas para reduzir possíveis riscos à população.

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Anvisa suspende marcas de cafés populares após apontar riscos à saúde dos consumidores
A fiscalização da Anvisa encontrou impurezas e falhas em cafés vendidos no Brasil (Créditos: depositphotos.com / [email protected])

Como funciona a fiscalização da Anvisa sobre o café?

Na prática, a fiscalização da Anvisa sobre o café ocorre por meio de ações planejadas e também reativas. As ações planejadas incluem programas de monitoramento, com coleta de amostras de diferentes marcas em supermercados, atacadistas e outros pontos de venda para verificação em laboratório.

As ações reativas costumam ser motivadas por denúncias de consumidores, notificações de vigilâncias locais ou resultados anormais em análises anteriores. Entre as medidas possíveis estão procedimentos administrativos que podem afetar diretamente a fabricação e a comercialização dos produtos, como recolhimentos, suspensões e exigência de ajustes em processos produtivos.

Quais problemas podem ser detectados na fiscalização do café?

Durante a fiscalização, podem ser identificadas diferentes inconformidades, como impurezas físicas acima do limite permitido, fragmentos de cascas, grãos imperfeitos em excesso ou matéria estranha. Também são avaliados possíveis contaminantes químicos, incluindo resíduos de defensivos agrícolas acima dos parâmetros oficiais e outras substâncias que comprometam a segurança.

A rotulagem é outro ponto central: verifica-se se as informações da embalagem correspondem ao conteúdo, se os dados obrigatórios aparecem de forma clara e se não há mensagens que induzam o consumidor a erro. Abaixo estão alguns tipos de problemas frequentemente observados na fiscalização, que ajudam a compreender os riscos mais comuns para o consumidor:

  • Impurezas: excesso de partes vegetais indesejadas ou elementos estranhos;
  • Contaminação microbiológica: microrganismos fora dos padrões;
  • Resíduos químicos: níveis acima dos limites regulamentados;
  • Fraudes: mistura com outros produtos sem indicação no rótulo;
  • Informações enganosas: termos, imagens ou alegações que não condizem com a realidade.
Anvisa suspende marcas de cafés populares após apontar riscos à saúde dos consumidores
A fiscalização da Anvisa em cafés revelou falhas graves de higiene e rotulagem (Créditos: depositphotos.com / EcoPimStudio)

Qual é o papel do MAPA no controle de qualidade do café?

Enquanto a Anvisa se concentra nos aspectos sanitários do produto pronto para consumo, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) acompanha o café desde a fase agrícola. O órgão define padrões de identidade e qualidade envolvendo tipo de grão, grau de pureza, umidade e percentual máximo de impurezas físicas aceitáveis.

O MAPA fiscaliza propriedades rurais, armazéns, cooperativas e indústrias que manipulam o grão nas etapas de colheita, beneficiamento e armazenamento. Também é responsável pelo registro de estabelecimentos que atuam com o produto, além de realizar ações conjuntas com outros órgãos para reduzir a circulação de lotes com defeitos graves ou fora do padrão legal.

  1. Definição de padrões de qualidade para o grão;
  2. Inspeções em lavouras e unidades de beneficiamento;
  3. Verificação de armazenamento e transporte;
  4. Registro de empresas e indústrias ligadas ao setor;
  5. Ações conjuntas com outros órgãos, quando necessário.

Quais marcas de café foram fiscalizadas em 2025?

Em 2025, a fiscalização da Anvisa sobre o café, em conjunto com o MAPA, ganhou visibilidade devido a operações nacionais que atingiram cafés tradicionais e marcas voltadas ao público gourmet. As inspeções foram motivadas por programas de monitoramento de rotina, denúncias de consumidores e notificações de órgãos de vigilância locais, ampliando o acompanhamento sobre diferentes perfis de produtos.

Foram identificadas impurezas acima do permitido, presença de matérias estranhas, irregularidades sanitárias em torra, moagem e envase, além do uso de ingredientes não autorizados e rotulagem enganosa. No total, 10 marcas de café foram diretamente afetadas com medidas como recolhimento de lotes e proibição temporária de comercialização:

  • Terra da Gente;
  • Jalapão;
  • Made in Brazil;
  • Q-Delícia;
  • Melissa;
  • Pingo Preto;
  • Oficial do Brasil;
  • Café Câmara;
  • Fellow Criativo;
  • Vibe Coffee.

Em vários casos, houve combinação de infrações, como excesso de impurezas físicas associado à rotulagem inadequada ou ausência de comprovação sobre a pureza do café declarado como “100%”. No caso da Vibe Coffee, alguns lotes tiveram comercialização temporariamente proibida por questões de rotulagem e necessidade de ajustes produtivos, mas, após correções e adequação às boas práticas, a proibição foi revertida, com retorno gradual ao mercado sob acompanhamento das autoridades.

Como identificar um café mais seguro para consumo?

A atuação dos órgãos de fiscalização é essencial, mas a atenção de quem compra o produto também influencia a segurança do que chega à xícara. Algumas verificações simples ajudam a reduzir o risco de adquirir um café fora do padrão, começando pela leitura cuidadosa do rótulo, pela análise visual da embalagem e pela escolha de marcas com histórico confiável.

É importante observar se o rótulo traz informações claras sobre fabricante, CNPJ, lote, peso, validade e origem do produto, além da integridade da embalagem. Para apoiar essa avaliação, o consumidor pode seguir algumas recomendações práticas no momento da compra, fortalecendo sua própria proteção e contribuindo com a identificação de produtos suspeitos:

  • Conferir dados do fabricante, lote e validade;
  • Evitar embalagens danificadas, com furos, umidade ou odor atípico;
  • Guardar a nota fiscal para eventuais reclamações e rastreio;
  • Consultar alertas e listas de produtos irregulares em sites oficiais;
  • Desconfiar de promessas exageradas de efeitos à saúde sem respaldo técnico.

Com a combinação entre fiscalização da Anvisa sobre o café, controle do MAPA na produção agrícola e atitude cuidadosa na hora da compra, o consumo da bebida tende a ficar mais alinhado às normas sanitárias. Esse conjunto de medidas ajuda a manter o hábito de tomar café em um contexto mais seguro, transparente e de maior qualidade para a população.

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