Nas últimas temporadas de calor intenso no Brasil, o tema queda no preço do ar-condicionado passou a fazer parte do dia a dia de muitas famílias. As ondas de calor entre 2024 e 2026 aumentaram a procura por climatização residencial, enquanto o mercado ajustou produção, importação e logística, tornando o ar-condicionado mais barato e acessível para um número maior de pessoas.
Como as ondas de calor influenciam o preço do ar-condicionado?
As ondas de calor funcionam como gatilho direto para o mercado de climatização. Quando a temperatura sobe por vários dias, cresce a procura por ar-condicionado, ventiladores e climatizadores, mas a estrutura atual de produção e importação tem evitado aumentos bruscos de preço.
Entre o fim de 2024 e o início de 2025, levantamentos de mercado indicaram queda média de cerca de 3% nos preços de eletroeletrônicos. Câmbio menos volátil, logística internacional mais estável e aumento da oferta nacional reduziram a dependência de importados e estimularam maior competição de preços.
Quais fatores explicam a queda no preço do ar-condicionado?
A queda no preço do ar-condicionado está ligada à concorrência intensa, à entrada de novas marcas e à renovação constante de portfólio. Modelos mais antigos são reposicionados com valores menores, sem necessariamente perda de qualidade, liberando espaço para linhas mais modernas.
O avanço do compressor inverter e de sistemas inteligentes padronizou processos produtivos e reduziu custos. Normas de eficiência energética, frete internacional mais previsível e ofertas agressivas de cashback e parcelamento também tornam o preço final mais acessível ao consumidor.
Como economizar energia usando ar-condicionado e ventilador?
Mesmo com o ar-condicionado mais barato, o uso inadequado pode elevar bastante a conta de luz em períodos de calor extremo. Ajustes simples na rotina ajudam a equilibrar conforto térmico, consumo de energia e vida útil do equipamento.
Algumas práticas ajudam a usar ar-condicionado e ventilador de forma mais eficiente e complementar no dia a dia:
- Temperatura moderada: manter entre 23°C e 25°C reduz o esforço do compressor.
- Uso do timer: desligamento automático é útil principalmente de madrugada.
- Filtros limpos: limpeza periódica melhora a circulação de ar e diminui o consumo.
- Ambiente vedado: portas e janelas fechadas evitam entrada constante de ar quente.
- Combinação com ventilador: distribui o ar frio e permite usar menor potência.
Qual é a melhor forma de posicionar o ventilador em dias muito quentes?
A eficiência do ventilador depende bastante do local em que ele é colocado e da ventilação natural disponível. Em dias de calor forte, posicioná-lo apenas em direção ao corpo nem sempre é a estratégia mais eficiente para reduzir a sensação térmica.
Em ambientes que acumulam ar quente, a combinação de ventilador com janelas e portas bem usadas costuma trazer melhor resultado, especialmente em horários mais frescos e em apartamentos altos.
Como se preparar para verões mais longos e intensos no Brasil?
Projeções climáticas até 2026 indicam tendência de verões mais quentes e prolongados em várias regiões brasileiras. Esse cenário aumenta a necessidade de conforto térmico, ao mesmo tempo em que torna o uso racional de energia ainda mais importante para o orçamento doméstico.
Além de aproveitar a queda no preço do ar-condicionado, vale investir em vedação de frestas, cortinas, cores claras em paredes externas e escolha correta de potência do aparelho. Assim, tecnologia acessível, hábitos de uso conscientes e pequenos ajustes na casa ajudam a enfrentar ondas de calor cada vez mais frequentes.