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Maior e mais moderna fábrica de armazenamento de energia elétrica do Brasil vai sair do papel com investimento de R$ 280 milhões e promete geração de empregos e desenvolvimento regional

Por Felipe Dantas
09/fev/2026
Em Geral
Maior e mais moderna fábrica de armazenagem de energia elétrica do Brasil vai sair do papel com investimento de R$ 280 milhões e promete geração de empregos e desenvolvimento regional

Megafábrica de energia fotovoltaica

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O financiamento de R$ 280 milhões aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a WEG marca um novo capítulo na indústria de armazenamento de energia no Brasil, com foco em inovação, transição energética e maior segurança no fornecimento elétrico.

Qual é o papel do BNDES no avanço da inovação em armazenamento de energia?

O financiamento foi aprovado no âmbito da Chamada Pública para Planos de Negócio voltados à transformação de minerais estratégicos para a transição energética e descarbonização. Esse é o primeiro projeto contratado na ação conjunta BNDES–Finep, que prioriza alto conteúdo tecnológico e impacto em segurança energética.

A escolha da WEG está ligada à sua capacidade de desenvolver soluções industriais de alto valor agregado no país, reforçando a resiliência do sistema elétrico. Ao permitir melhor gestão da energia de fontes intermitentes, como solar e eólica, a política de crédito amplia a competitividade brasileira em tecnologias para a transição energética.

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Projeto de nova fábrica de sistemas de armazenagem de energia elétrica em Itajaí (SC) – Foto: BNDES

Como vai operar a nova fábrica de sistemas de armazenagem de energia elétrica?

A planta de Itajaí (SC) foi projetada para capacidade produtiva de até 2 GWh por ano em sistemas BESS, equivalente a cerca de 400 sistemas de 5 MWh. Essa escala coloca o empreendimento entre os principais polos de produção de armazenamento em bateria na América Latina, atendendo tanto grandes usinas quanto o mercado comercial e industrial (C&I).

Um dos destaques é a arquitetura cell-to-pack, que monta módulos diretamente a partir das células, eliminando estruturas intermediárias e aumentando densidade de energia e eficiência produtiva. A fábrica, com alto nível de automação, uso de robôs móveis autônomos (AMR) e laboratório de testes, tem conclusão prevista para o segundo semestre de 2027.

Para que servem os sistemas BESS de armazenagem de energia elétrica?

Os sistemas de armazenamento em bateria (BESS) funcionam como grandes “reservatórios” de eletricidade, guardando excedentes em períodos de menor consumo e liberando energia quando a demanda aumenta ou a geração cai. Com isso, estabilizam a rede, reduzem oscilações, mitigam riscos de apagões e evitam o acionamento de usinas de pico mais caras e mais emissoras.

Na prática, esses sistemas são aplicados em diversos contextos críticos da infraestrutura elétrica e produtiva, oferecendo suporte operacional e econômico. Entre os principais usos dos sistemas de armazenagem de energia em bateria, destacam-se:

  • Suporte a parques solares e eólicos, armazenando excedentes de geração renovável.
  • Atendimento emergencial em hospitais, centros de dados e indústrias sensíveis.
  • Redução de picos de demanda em grandes consumidores, com alívio tarifário.
  • Estabilização de redes em regiões isoladas ou com infraestrutura limitada.

Como o projeto promete beneficiar a região?

A consolidação da maior fábrica de sistemas de armazenagem de energia elétrica do Brasil fortalece a infraestrutura da transição energética. A produção local de BESS, com maior autonomia tecnológica, reduz dependência externa e estimula competências em baterias, eletrônica de potência, software de gestão e integração com a rede, apoiada por um laboratório dedicado a testes e desenvolvimento.

Para o mercado, a expectativa é de atendimento mais eficiente a grandes sistemas conectados à rede e a aplicações comerciais e industriais, em linha com a descentralização da geração e a busca por previsibilidade de custos. Para o BNDES, projetos como esse se alinham à agenda de descarbonização e desenvolvimento produtivo inovador, abrindo espaço a novos empreendimentos de armazenagem de energia em diferentes regiões do país. Veja os impactos regionais do projeto:

Benefícios da Nova Fábrica em Itajaí

Como o projeto promete impulsionar a região em diversas frentes

Geração de empregos

Criação de centenas de vagas diretas e indiretas na construção e operação da fábrica.

Fortalecimento da economia local

Aumento da demanda por fornecedores e serviços na região, dinamizando o comércio local.

Inovação tecnológica

Atração de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de soluções de energia.

Sustentabilidade energética

Incentivo à produção e uso de sistemas de armazenamento de energia limpa e renovável.

Valorização regional

Posicionamento de Itajaí como polo de tecnologia e energia renovável no Brasil.

Quais tecnologias de baterias são empregadas e qual o foco da WEG?

Os BESS são formados por módulos que agrupam diversas células de bateria, a menor unidade de armazenamento do sistema. As tecnologias mais comuns utilizam íon-lítio, pela alta densidade de energia, boa vida útil e eficiência, mas também existem soluções em chumbo-ácido, sódio-enxofre, fluxo e níquel-cádmio, dependendo da aplicação e do perfil de uso.

Na nova fábrica, a WEG utilizará apenas células novas de grau A, priorizando desempenho, segurança e rastreabilidade. A empresa também pretende estudar, de forma técnica, a viabilidade futura de reaproveitamento de células de segunda vida, alinhando-se a práticas de economia circular e à redução de impactos ambientais no ciclo das baterias. Veja detalhes do projeto no vídeo divulgado pelo Prefeito de Itajaí (SC) Robison Coelho:

Ver essa foto no Instagram

Um post compartilhado por Robison Coelho (@robisoncoelho)

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