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Eike Batista retoma ambicioso megaprojeto de R$ 7,8 bilhões voltado para navios gigantes no Brasil, que promete impulsionar logística e exportações na região

Por Felipe Dantas
04/fev/2026
Em Geral
Eike Batista retoma ambicioso megaprojeto de R$ 7,8 bilhões voltado para navios gigantes no Brasil, que promete impulsionar logística e exportações na região

Imagem ilustrativa de Eike Batista e seu projeto bilionário

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O movimento recente em torno dos planos de Eike Batista recolocou no radar do mercado um projeto logístico bilionário no Brasil, estimado em cerca de R$ 7,8 bilhões, voltado a receber navios de grande porte e ampliar a competitividade brasileira na exportação de commodities.

Como será o novo superporto de Eike Batista?

A criação de um superporto será capaz de receber navios de grande calado, como os cape size, usados no transporte de minério de ferro e outras cargas volumosas. A proposta é integrar produção, transporte e embarque, reduzindo custos logísticos e aumentando a eficiência das exportações.

Dentro dessa lógica, a LLX Logística surge como peça estratégica, ligada à MMX Mineração e Metálicos e focada em terminais portuários e soluções de escoamento. O novo superporto pretende atender grandes mineradoras e ampliar a capacidade brasileira de competir no mercado global de minério de ferro e demais commodities.

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Eike Batista retoma ambicioso megaprojeto de R$ 7,8 bilhões voltado para navios gigantes no Brasil, que promete impulsionar logística e exportações na região
Eike Batista – Foto: YouTube

Qual é o papel do investimento canadense no superporto de Eike Batista?

Um dos movimentos mais relevantes para destravar o projeto foi o acordo com o fundo de pensão canadense Ontario Teachers’ Pension Plan Board (OTPP). O fundo acertou investir o equivalente a 15% do capital da LLX Logística, comprando ações preferenciais avaliadas em US$ 185 milhões, o que reforça a confiança em ativos de infraestrutura portuária no Brasil.

Com esse aporte, a fatia de 85% ainda detida pela MMX passou a ser estimada em cerca de US$ 1,05 bilhão, fortalecendo a percepção de valor da empresa no segmento. O acordo depende de diligência prévia, contratos definitivos e aprovações de governança, enquanto a LLX se prepara para abrir capital na Bolsa de Valores e ampliar suas fontes de financiamento:

  • Participação do OTPP: 15% do capital da LLX por ações preferenciais;
  • Valor estimado da fatia restante da MMX: cerca de US$ 1,05 bilhão;
  • Objetivo central: capitalizar a empresa para expandir portos e terminais.

Como o projeto se conecta a Minas-Rio, Corumbá e Amapá?

O novo porto de grande porte se encaixa em uma estratégia mais ampla de sistemas integrados de mineração e logística comandados pela MMX. Um dos eixos centrais é o projeto Minas-Rio, em parceria com a britânica Anglo American, que prevê ao menos US$ 1 bilhão em investimentos, incluindo um mineroduto entre Minas Gerais e o litoral do Rio de Janeiro.

Esse mineroduto deve transportar cerca de 24,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano até o porto em São João da Barra, no norte fluminense. Somam-se a ele o Sistema Corumbá, com capacidade aproximada de 4,9 milhões de toneladas anuais, e o Sistema Amapá, com início de operação previsto em torno de 6,5 milhões de toneladas por ano, tornando a infraestrutura portuária decisiva.

Como o porto chileno de Copiapó entra na estratégia logística?

Para acomodar o crescente volume de produção, a LLX planeja uma malha que inclua alternativas de escoamento pelo Atlântico e pelo Pacífico. A futura abertura de capital da LLX envolve a incorporação do porto chileno de Copiapó, ampliando o alcance internacional dos projetos do grupo e reduzindo a dependência de poucos corredores logísticos.

Com acesso à costa chilena, abre-se uma rota estratégica para atender mercados asiáticos com menor tempo de viagem em algumas rotas, potencialmente atraindo novos contratos de longo prazo. Essa diversificação também dilui riscos operacionais e pode tornar os ativos mais atraentes a investidores institucionais globais.

Quais são os possíveis benefícios desse superporto para o Brasil?

A retomada de um porto de R$ 7,8 bilhões pode ampliar a capacidade nacional de exportar minério de ferro e outras commodities com navios cape size. A combinação de minerodutos, sistemas de minas integrados e portos privados tende a aliviar gargalos logísticos em regiões com infraestrutura saturada e custos elevados.

Em nível regional, um superporto costuma atrair cadeias de serviços, como estaleiros, bases de apoio e empresas de logística, gerando empregos e elevando a arrecadação. Em contrapartida, exige licenciamento ambiental rigoroso, planejamento urbano consistente e investimentos públicos complementares em acesso viário, ferroviário e em habitação:

Benefícios do Superporto de Eike Batista

Principais impactos econômicos, logísticos e regionais do projeto de R$ 7,8 bilhões

Capacidade de Exportação

Investimento
R$ 7,8 bilhões
Descrição
Ampliação da exportação de minério de ferro e outras commodities via navios cape size.

Integração Logística

Infraestrutura
Conexão com minerodutos, sistemas de minas e portos privados já existentes para reduzir gargalos.

Impacto Regional

Benefícios
Geração de empregos, fortalecimento de cadeias logísticas, estaleiros e empresas de apoio.

Desafios e Riscos

Considerações
Necessidade de licenciamento ambiental rigoroso e planejamento urbano de longo prazo.
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